Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Foto por: Scot Consultoria
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas. Além disso, o aumento do preço da carne no varejo e no atacado também proporcionou certo conforto às indústrias, que puderam ceder um pouco mais nas negociações. E, com o varejo com pouco estoque, há mais pedidos de reposição no atacado sem osso.
Sendo assim, a cotação de todas as categorias permaneceu estável.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Na região do Triângulo, a oferta de boiadas estava boa e, embora o escoamento também esteja bom, a cotação caiu R$2,00/@ para todas as categorias.
As escalas de abate estão, em média, para nove dias.
Na região de Belo Horizonte, a cotação permaneceu estável para todas as categorias.
As escalas de abate estavam, em média, para quatro dias.
Havia um equilíbrio entre demanda e oferta no estado. O escoamento das indústrias estava bom e, ao mesmo tempo, também havia uma boa oferta de boiadas. Nesse cenário, o preço de todas as categorias nas duas praças do estado ficou estável.
As escalas de abate estavam, em média, para 15 dias.
Na região Oeste, as escalas de abate estavam, em média, para 11 dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 22/01/2026.
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