Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
Foto: Bela Magrela
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme. O bom escoamento de carne bovina no mercado interno e nas exportações sustentou as cotações.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
O mercado começou lento, com poucas negociações. A oferta mais ajustada e as escalas de abate curtas ditaram o mercado no dia.
Na região de Redenção, os preços não mudaram na comparação diária.
Em Paragominas, a cotação subiu R$2,00/@ para todas as categorias.
Em Marabá, na comparação diária, a cotação do boi gordo subiu R$2,00/@ e a da vaca R$1,00/@.
A arroba do boi China subiu R$1,00 em Paragominas, sem ágio. Em Redenção e Marabá, os preços ficaram estáveis. O ágio permaneceu em R$3,00/@ em Marabá e em R$10,00/@ em Redenção.
Todos os preços foram brutos e com prazo.
O mercado ficou estável. A oferta seguiu contida e a demanda não mostrou força para elevar os preços.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 6/1/2026.
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