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Mais fêmeas e boiadas terminadas


Sexta-feira, 19 de abril de 2013 - 17h03

por Douglas Coelho

Zootecnista pela UNESP Jaboticabal. É membro da equipe de pesquisa do BES Securities.


O mercado do boi gordo ficou firme nos primeiros meses de 2013.


O razoável desempenho das vendas de carne e a boa qualidade das pastagens foram os principais fatores para as pequenas variações de preços na maioria das praças.


O consumo de carne no início do ano é mais contido, devido à descapitalização da população com impostos e dívidas adquiridas no fim do ano anterior.


Isto reduziu as margens de comercialização dos frigoríficos, o que, geralmente, pressiona para baixo as ofertas de compra de boiadas.


Por outro lado, as chuvas têm dado condição ao pecuarista de reter os rebanhos no pasto à espera de preços melhores.


Diante deste cenário, o que esperar para 2013?


No segundo semestre, em nove dos últimos onze anos, os preços da arroba do boi gordo foram maiores que no primeiro. Figura 1.



É importante considerar a pressão de saída de final de safra. Em 2012, mesmo sem a desova concentrada devido ao prolongamento das chuvas, os preços caíram, e assim foi até agosto.


Porém, uma queda na disponibilidade de boiadas entre o final da safra e o início da oferta de gado confinado pode dar espaço para valorizações no segundo semestre, que acontece historicamente.


O aumento dos abates e da participação de fêmeas na produção de carne devem continuar neste ano.


Isto deve manter os preços do boi gordo próximos ou até menores em comparação com os patamares observados em 2012.

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