A escassez de animais para abate continua, o que afeta negativamente a oferta de carne. Mas o mercado de já dá sinais de queda.
Em sete dias foram registrados recuos de R$0,20/kg para o traseiro e para o dianteiro com osso no atacado de São Paulo. Isso porque os frigoríficos voltaram a enfrentar dificuldades de venda.
No mesmo período, as cotações de carne sem osso, também no atacado, reagiram 4,53%, em média. Os cortes de traseiro subiram, em média, 5,23%, quase duas vezes mais que os cortes de dianteiro (2,67%). Observe a figura 1. Em outubro, a alta acumulada do atacado sem osso é de 14,12%.

No varejo de São Paulo os cortes subiram 4,19%, com elevação média de 3,69% para os cortes de traseiro e 3,13% para os de dianteiro.
O mercado de carnes está “apreensivo”. É possível que as altas de preços sejam mais amenas nas próximas semanas, com possibilidade de recuos.
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