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Com a colheita praticamente encerrada e a florada bem avaliada, a oferta brasileira pressiona as cotações.
Enquanto na Bolsa de Chicago e na B3 a cotação caiu na primeira semana de agosto, a saca do milho subiu 13,2% em Mato Grosso em julho.
Chuvas fora de época atrasam a colheita e, somadas aos estoques certificados em baixa e à confirmação da chegada do El Niño, sustentam a alta do arábica nos mercados interno e externo.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação ao ano passado.
Produção recorde, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, tende a amenizar uma tendência sazonal de alta na cotação nas praças brasileiras.
Produtores de Mato Grosso ainda terão de esperar para iniciar a semeadura, enquanto, no Paraná, a condição deverá ser propícia para a semeadura nas próximas semanas. A expectativa é de produção record
Cenário observado em 2018 se repetirá?
O órgão norte-americano estimou a safra de milho em quase 402,0 milhões de toneladas, o que trouxe um viés de baixa em Chicago. Por outro lado, a produção de soja está em compasso e trouxe uma perspec
Estoque baixo é o principal fator de pressão aos preços domésticos
Safra menor e demanda aquecida limitaram viés de baixa às cotações – que trabalharam, em 2024, praticamente acomodadas. Para 2025, os preços devem seguir firmes.
Em 2024, o mercado de sorgo esteve marcado por notícias que deverão estimular o futuro da produção nacional.
Primeiras impressões apontam para recorde na safra global 2023/24
A cana não vai prejudicar outras culturas
Um pouco de história - Parte I
Quanto custa para se produzir arroz
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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