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Maior comercialização por parte dos vendedores e retração dos compradores causaram o movimento.
Combinação de Chicago, prêmios e dólar contribuíram para o cenário.
Cotação da oleaginosa apresentou pouca valorização em novembro, mas atingiu a máxima no ano.
Perspectiva de boa produção na Argentina tem sido um dos fatores que tem pressionado a cotação.
Guerra comercial entre China e EUA eleva prêmios nos portos brasileiros.
A demanda global esteve firme, mas a oferta global elevada pesou.
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