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Com o início do novo mês e um cenário de preços do boi gordo mais positivo, aumentou a procura por negócios no mercado de reposição.
Aparentemente o pior momento de consumo, tanto no mercado interno como no mercado externo, vai ficando para trás.
Em resumo, tudo leva a crer que essa disputa entre indústria e pecuarista deve ter um fim nos próximos dias. A julgar pelo movimento de alta do mercado futuro no pregão de 30/1 o pecuarista deve ganha
Em um ano, bezerro de ano e desmama subiu 30,0%.
Com a proximidade da virada do mês e um cenário de preços do boi gordo mais positivo, aumentou a procura por negócios no mercado de reposição.
Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, a média diária embarcada, em volume, até a terceira semana de janeiro reduziu 14,2% em relação ao embarcado diariamente em dezembro último.
No Maranhão, em janeiro/19, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,46 boi magro, atualmente compra-se 1,35. Piora de 7,5% no poder de compra.
A carcaça tem sido negociada, em média, em R$4,70 por quilo, uma queda de 8,7% em sete dias. Nas granjas paulistas, os preços permaneceram estáveis e a ave terminada segue cotada, em média, em R$3,20
Preços firmes no mercado de reposição no estado.
Com a arroba em alta e o período das águas, o pecuarista está ganhando de 2 x 0, mas atenção, ainda estamos no meio do jogo.
No acumulado dos últimos doze meses, a valorização do mercado do boi gordo, que foi em ritmo mais forte que a reposição, melhorou a relação de troca.
Especulação e volume mínimo de negócios marcam o cenário do mercado de reposição nos primeiros dias do ano.
No curto prazo, aos poucos o mercado de reposição deve retomar o ritmo, com os pecuaristas e leilões voltando à ativa, aumentando a procura por negócios no mercado.
No atacado, a menor procura, com o varejo liquidando seus estoques, fez os preços se acomodarem na primeira semana útil do ano.
Apesar do cenário, o mercado inicia o ano com valores em patamares altos. Para efeito de comparação, considerando os preços na granja, a média parcial de janeiro de 2020 está 62,2% maior que a média d
Apesar da quantidade de acontecimentos nestas últimas semanas, os mercados estão em ritmo lento quanto ao volume de negócios.
Preços altos e poucos negócios efetivados.
Na praça paulista o mercado está firme, com oferta restrita e menor necessidade de compra de gado por parte dos frigoríficos.
O cenário de forma geral é de mercado pressionado, e o consumo de carne relativamente menor tem sido o principal vetor de queda dos preços.
No mercado internacional a PSA deve continuar se espalhando por ainda não possuir nenhum tipo de vacina que possa atenuar o mercado. Com isso, as vendas brasileiras podem continuar em bom ritmo.
Com ritmo ainda baixo de negócios, e com os pecuaristas aos poucos retornando à ativa, o cenário ainda é de calmaria, com as indústrias traçando estratégias para os próximos dias.
Para 2020, as exportações devem seguir colaborando para o escoamento da produção e continuar dando suporte às cotações.
O mercado do boi gordo abre a semana com preços estáveis na praça paulista. No estado, a arroba está cotada em R$200,00, à vista e livre de Funrural.
A conjuntura em 2019 foi favorável para a avicultura de corte. Os custos de produção menores, a melhora nas vendas no mercado doméstico e o bom ritmo das exportações colaboraram para o cenário.
Com boa parte dos pecuaristas ainda inativos e, com isso, com poucos registros de negócios, a cotação do boi gordo termina os primeiros dias do ano estável em São Paulo, mas reage em 11 praças pecuári
Para 2020, a oferta de animais para reposição deve continuar restrita e ditando o ritmo, com o ponto positivo de um cenário de compradores com maior poder de compra.
Com o final do ano, muitos pecuaristas já encerraram as contas de 2019 e aguardam o início do ano para retomar as compras.
Em São Paulo, a cotação do boi gordo encerra a semana com preços estáveis e com o mercado pouco movimentado.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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