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Ao longo de fevereiro, a cotação da arroba do boi gordo enfrentou pressão de queda na maior parte das praças pecuárias levantadas pela Scot Consultoria. O preço da carne bovina, para o consumidor final, começa a ver os primeiros ajustes negativos.
Depois de um mercado com movimento de baixa nos preços em dezembro e janeiro, fevereiro vem mostrando melhora nas cotações.
O mercado está em queda. Os relatos são de ofertas de bovinos em boas quantidades. Com isso, a cotação do boi gordo caiu R$1,00/@ e a da novilha caiu R$3,00/@. A cotação da vaca permaneceu estável.
O mercado apresentou queda. Os relatos foram de ofertas de bovinos em boas quantidades. Com isso, a cotação do boi gordo caiu R$1,00/@ e a da novilha caiu R$3,00/@. A cotação da vaca permaneceu estável.
Como diferentes raças de bovinos podem afetar o rendimento da carcaça.
No mercado de carne sem osso na praça paulista, tanto no atacado quanto no varejo, as vendas foram fracas, resultando no aumento dos estoques e pressionando os preços.
Demanda, interna e externa, aquecida e ofertas enxutas colaboraram para o aumento nos preços em fevereiro.
A oferta de boiadas tem atendido às demandas dos compradores, que têm trabalhado com escalas de abate confortáveis. Desta maneira, não houve alteração nas cotações para o boi. As ofertas de fêmeas, por outro lado, estão maiores do que a de bois, o que pressionou as cotações para a categoria. Para a cotação da vaca, houve queda de R$5,00/@ e para a novilha R$2,00/@.
Não houve alteração das ofertas de compra na comparação feita dia a dia. A oferta de bovinos melhorou e atende à necessidade dos compradores, com escalas de abate atendendo, em média, oito dias.
Na comparação feita ano a ano, a relação de troca melhorou em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e no Maranhão. No Tocantins a relação de troca não mudou e nas demais praças pecuárias piorou.
As cotações do frango iniciaram a semana com movimentações nas praças acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. De acordo com as informações da Scot Consultoria, o mês de fevereiro começou como esperado, as buscas por mercadorias aumentaram e com isso, os preços no mercado atacadista reagiram na semana.
Apesar das vendas fracas no varejo, o setor tem operado com preços abaixo do esperado pelos produtores, o que permitiu ajustes nos preços para níveis mais elevados em relação aos anteriores.
O aumento da oferta sazonal e a demanda doméstica mais fraca influenciaram o mercado de carne bovina e, consequentemente, o do boi gordo no fim de janeiro.
No pagamento de janeiro referente ao leite entregue em dezembro foi registrado o terceiro recuo consecutivo. Na comparação mensal a queda foi de 1,2%, ou R$0,03/litro. Considerando a média nacional, o litro de leite ficou cotado em R$2,372.
O início de mês de fevereiro deve trazer boas movimentações para o escoamento de carne bovina, e tem seu início após o primeiro ajuste negativo do ano na praça paulista. Ajustes positivos não são descartados, porém o patamar de preços deve seguir lateralizado.
O mercado começou a semana com os frigorifícos fora das compras, com isso, não houve alteração na cotação, com excessão para o “boi China”, que recuou R$2,00/@.
Em São Paulo, na comparação mensal, a relação de troca para recriadores/invernistas foi favorável para as categorias mais leves, como o bezerro de ano e o bezerro de desmama.
No mercado de carne desossada, tanto no atacado quanto no varejo, registrou-se uma desaceleração nas vendas.
O mercado começou a semana com os frigoríficos fora das compras, com isso, não houve alteração na cotação, com exceção para o "boi China", que recuou R$2,00/@.
Com os volumes de chuva previstos para algumas regiões em fevereiro, a umidade do solo será favorável em determinadas áreas, auxiliando na recuperação das pastagens e na melhoria das condições em outras.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho. A escala de abate atende, em média, sete dias úteis. A cotação caiu para todas as categorias.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho.
O mercado seguiu com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não ficou com bom desempenho.
O mercado do boi gordo segue estável após um período de altas, com pecuaristas segurando os animais devido à boa qualidade das pastagens. A demanda interna fraca e a desaceleração das exportações, com o Ano Novo Chinês, trouxeram um tom mais morno às cotações.
O mercado do boi gordo encerra janeiro com altas na maioria das praças monitoradas, sustentado por uma oferta mais ajustada. Apesar de pequenas quedas em regiões, o cenário geral segue positivo.
Os últimos balanços do USDA indicaram que o rebanho bovino inicial nos Estados Unidos, em 2025, diminuiu 1,3%, em comparação com 2024, e indicou uma estimativa de queda de 4,0% na produção de carne bovina, também na comparação com o ano anterior.
O cenário para o mercado de carne desossada manteve o ritmo da semana anterior, com maior procura pelos cortes do dianteiro.
Nos últimos sete dias, os preços cederam 1,8% e 2,9% na granja e no atacado, respectivamente.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Felipe Bortolotto
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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