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A oferta de boiadas tem atendido às demandas dos compradores, que têm trabalhado com escalas de abate confortáveis. Desta maneira, não houve alteração nas cotações para o boi. As ofertas de fêmeas, por outro lado, estão maiores do que a de bois, o que pressionou as cotações para a categoria. Para a cotação da vaca, houve queda de R$5,00/@ e para a novilha R$2,00/@.
Não houve alteração das ofertas de compra na comparação feita dia a dia. A oferta de bovinos melhorou e atende à necessidade dos compradores, com escalas de abate atendendo, em média, oito dias.
Na comparação feita ano a ano, a relação de troca melhorou em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e no Maranhão. No Tocantins a relação de troca não mudou e nas demais praças pecuárias piorou.
As cotações do frango iniciaram a semana com movimentações nas praças acompanhadas pelo Notícias Agrícolas. De acordo com as informações da Scot Consultoria, o mês de fevereiro começou como esperado, as buscas por mercadorias aumentaram e com isso, os preços no mercado atacadista reagiram na semana.
Apesar das vendas fracas no varejo, o setor tem operado com preços abaixo do esperado pelos produtores, o que permitiu ajustes nos preços para níveis mais elevados em relação aos anteriores.
O aumento da oferta sazonal e a demanda doméstica mais fraca influenciaram o mercado de carne bovina e, consequentemente, o do boi gordo no fim de janeiro.
No pagamento de janeiro referente ao leite entregue em dezembro foi registrado o terceiro recuo consecutivo. Na comparação mensal a queda foi de 1,2%, ou R$0,03/litro. Considerando a média nacional, o litro de leite ficou cotado em R$2,372.
O início de mês de fevereiro deve trazer boas movimentações para o escoamento de carne bovina, e tem seu início após o primeiro ajuste negativo do ano na praça paulista. Ajustes positivos não são descartados, porém o patamar de preços deve seguir lateralizado.
O mercado começou a semana com os frigorifícos fora das compras, com isso, não houve alteração na cotação, com excessão para o “boi China”, que recuou R$2,00/@.
Em São Paulo, na comparação mensal, a relação de troca para recriadores/invernistas foi favorável para as categorias mais leves, como o bezerro de ano e o bezerro de desmama.
No mercado de carne desossada, tanto no atacado quanto no varejo, registrou-se uma desaceleração nas vendas.
O mercado começou a semana com os frigoríficos fora das compras, com isso, não houve alteração na cotação, com exceção para o "boi China", que recuou R$2,00/@.
Com os volumes de chuva previstos para algumas regiões em fevereiro, a umidade do solo será favorável em determinadas áreas, auxiliando na recuperação das pastagens e na melhoria das condições em outras.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho. A escala de abate atende, em média, sete dias úteis. A cotação caiu para todas as categorias.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho.
O mercado seguiu com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não ficou com bom desempenho.
O mercado do boi gordo segue estável após um período de altas, com pecuaristas segurando os animais devido à boa qualidade das pastagens. A demanda interna fraca e a desaceleração das exportações, com o Ano Novo Chinês, trouxeram um tom mais morno às cotações.
O mercado do boi gordo encerra janeiro com altas na maioria das praças monitoradas, sustentado por uma oferta mais ajustada. Apesar de pequenas quedas em regiões, o cenário geral segue positivo.
Os últimos balanços do USDA indicaram que o rebanho bovino inicial nos Estados Unidos, em 2025, diminuiu 1,3%, em comparação com 2024, e indicou uma estimativa de queda de 4,0% na produção de carne bovina, também na comparação com o ano anterior.
O cenário para o mercado de carne desossada manteve o ritmo da semana anterior, com maior procura pelos cortes do dianteiro.
Nos últimos sete dias, os preços cederam 1,8% e 2,9% na granja e no atacado, respectivamente.
O mercado está parado, com poucos negócios. Uma parcela dos compradores está fora de mercado e aguarda definições sobre as vendas no final de semana para voltar aos negócios.
O mercado seguiu parado, com poucos negócios. Uma parcela dos compradores permaneceu fora de mercado e aguarda definições sobre as vendas no final de semana para voltar aos negócios.
O mercado do boi gordo fechou o ano passado com a arroba em alta, refletindo a forte demanda e os ajustes na oferta. Para entender as perspectivas para este mês, o canal AgroMais conversou com Pedro Gonçalves, analista de mercado da Scot Consultoria, que traz detalhes sobre os possíveis cenários para os próximos dias.
A relação de troca entre a arroba do boi gordo e o farelo de soja é a terceira melhor dos últimos doze meses. No entanto, na comparação mês a mês, a relação piorou em janeiro para o pecuarista
Mais um dia de estabilidade na cotação do boi gordo nas praças paulistas. Parte da ponta compradora relata um péssimo fluxo de vendas de carnes, diminuindo o apetite por bovinos. Por outro lado, poucas e médias ofertas de bovinos pelos vendedores foram relatadas. Diante desse cenário, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
governo brasileiro recebeu da Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) duas notificações, informando sobre a detecção de não conformidades encontradas em carregamentos de soja exportadas por unidades de 5 empresas brasileiras, uma de cada uma das empresas notificadas.
Entrevista com o professor do Departamento de Zootecnia (ESALQ/USP), Roberto Sartori
Canal do Boi
Demanda elevada e oferta restrita elevam os preços da arroba do boi gordo em janeiro e fevereiro
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