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Como esperado, o início de maio trouxe pressão sobre a cotação da arroba do boi gordo. Na primeira semana, ele se manteve estável em São Paulo mas, caso a demanda não se aqueça, deve enfrentar ondas de queda nos próximos dias, conforme o volume de bovinos ofertados aumente.
O mercado começou maio conforme esperado, com pressão de baixa sobre as cotações. Nem mesmo a semana de recebimento dos salários e que antecede o final de semana do Dias Mães foi suficiente para gerar movimentações positivas nos preços.
O mercado do boi gordo tem enfrentado pressão nos preços desde a última semana, com a arroba recuando de R$325-R$330 para cerca de R$318 em São Paulo. A expectativa para a primeira quinzena de maio, impulsionada pelo consumo mais aquecido com o recebimento de salários e o Dia das Mães, é de uma certa estabilidade, mas a segunda metade do mês deve registrar cotações mais pressionadas, entre R$312 e R$315.
O mercado do boi gordo começou maio em ritmo mais estável, após semanas de pressão sobre os preços. A primeira quinzena costuma ter um consumo melhor, favorecido agora também pela proximidade do Dia das Mães - segunda melhor data para o escoamento de carne. A oferta, no entanto, começa a ganhar força com a saída de animais de pastagem e os primeiros lotes de confinamento, o que pode pressionar ainda mais os preços na segunda metade do mês.
Se o histórico dos últimos 15 anos se repetir, a cotação da arroba do boi gordo deve cair. Para o boi futuro, o movimento pode ser ainda mais contundente no mês de maio.
Mercado do boi gordo pressionado no fim de abril e início de maio. Historicamente a cotação do boi gordo, na média mensal, só não foi menor em maio frente a abril em 2017, nos demais anos houve pressão de baixa.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
Há pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e, consequentemente, de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estão maiores, o que tem contribuído para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Houve pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e consequentemente de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estiveram maiores, o que contribuiu para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Apesar das altas registradas ao longo da semana, a pressão sobre o mercado do boi gordo, aliada à redução no escoamento da carne, podem reverter o cenário.
O mercado do boi gordo encerra abril com pressão de baixa em São Paulo, principal praça de referência do país. O mês foi marcado por uma virada: enquanto o início trouxe cotações firmes, a segunda quinzena mostrou recuo nos preços devido ao aumento da oferta e estoques elevados nos frigoríficos.
A ponta compradora está com a escala alongada, em média, 13 dias. Com ela menos ativa, ocorreu uma pressão baixista para a categoria dos machos. O boi comum e o "boi China" recuaram R$5,00/@. Para as fêmeas não houve alteração.
Após negócios pontuais em R$340/@ em abril, impulsionada pela demanda internacional e pelo "tarifaço" de Trump, o cenário mudou nas últimas semanas: a queda do dólar e preços para a carne bovina exportada menos firmes, o mercado encerra abril sob pressão e deverá começar maio desta forma, com a arroba apregoada, no início de mês, em R$325 em São Paulo.
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O mercado do boi gordo segue firme na primeira quinzena de abril, com menor oferta de animais, exportações em alta e consumo interno impulsionado pelo recebimento dos salários e pelo fim da quaresma. As escalas de abate estão mais curtas e os preços na praça paulista variam de R$325 a R$330 por arroba.
O agronegócio mundial tem sido regido pelos conflitos políticos e desde a semana passada, está em alerta após a divulgação do tarifaço de Donald Trump. Mas como você, pecuarista, deve se posicionar? Este foi o assunto da entrevista de João Pedro Cuthi Dias e Alcides Torres, Ceo da Scot Consultoria. Acompanhe.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
Marcos Jank analisa o cenário da carne bovina no Brasil, destacando as oportunidades de agregar valor à produção, com um foco nas transformações estruturais e desafios que o setor enfrenta no mercado global.
A expectativa de aumento na oferta pode levar à recuperação dos estoques de passagem, mantendo a pressão sobre os preços no curto e médio prazo.
Consumidor tem demonstrado resistência aos aumentos de preços, junto a isso, as altas temperaturas, que acabam prejudicando a qualidade e durabilidade do produto, gera necessidade de aumentar o giro de mercadorias, o que colabora para a pressão de baixa.
Lucas Marques discute as estratégias de melhoramento genético, recria intensiva e o uso de tecnologias para aumentar a eficiência e rentabilidade na pecuária.
Estoque baixo é o principal fator de pressão aos preços domésticos
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
A semana foi de recuo nas cotações de grande parte das categorias em São Paulo
O mercado do boi gordo enfrenta pressão baixista devido à boa oferta de bovinos, principalmente de fêmeas, e ao consumo doméstico abaixo do esperado. Em São Paulo, a arroba recuou para R$315,00, enquanto o "boi China" mantém preços superiores. Apesar do cenário interno morno, as exportações seguem firmes, com expectativa de novo recorde para a China.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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