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O mercado do boi gordo segue firme na primeira quinzena de abril, com menor oferta de animais, exportações em alta e consumo interno impulsionado pelo recebimento dos salários e pelo fim da quaresma. As escalas de abate estão mais curtas e os preços na praça paulista variam de R$325 a R$330 por arroba.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes, mesmo diante do período da Quaresma e da lentidão típica da Semana Santa. A demanda interna está estável, as escalas de abate encurtaram e as exportações seguem em ritmo forte, com recorde nos primeiros dez dias de abril. Apesar dos impactos das decisões econômicas dos EUA no comércio global, o Brasil mantém sua competitividade, inclusive no mercado norte-americano, mesmo pagando tarifas elevadas. A expectativa é de que o país continue ganhando espaço também junto à China.
Com ofertas mais restritas, o mercado teve alta de R$2,00/@ para a cotação do boi gordo e para o “boi China”. O preço da novilha seguiu a mesma tendência e registrou um aumento de R$2,00/@. Para a vaca, a cotação não mudou.
A relação de troca medida entre sacas de milho por arrobas de boi gordo melhorou em março - e segue favorável na parcial de abril. No mercado futuro (B3), a expectativa de queda para os preços do milho e de alta à arroba do boi gordo, dão um tom ainda mais favorável ao poder de compra do pecuarista.
A alta na cotação do boi gordo, aliada à queda no preço do milho, tem melhorado a relação de troca para o pecuarista no início de abril.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
A redução da oferta nas praças paulistas refletiu em dificuldade para completar a escala. Com isso, o preço do "boi China" e o da novilha subiu R$2,00/@. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
A alta na cotação do boi gordo, aliada à queda no preço do milho, tem melhorado a relação de troca para o pecuarista neste início de abril.
A oferta de machos estava contida, enquanto o volume de fêmeas superava o de bois, o que contribuía para sustentar os preços na categoria. Desta forma, a cotação do boi gordo e do "boi China" subiu R$1,00/@, a da vaca e a da novilha se manteve estável.
Para consultoria, solução para tornar o produto mais barato é o estímulo à cadeia nacional.
O mercado começou maio conforme esperado, com pressão de baixa sobre as cotações. Nem mesmo a semana de recebimento dos salários e que antecede o final de semana do Dias Mães foi suficiente para gerar movimentações positivas nos preços.
Analistas abordaram perspectivas da carne bovina, destacando importações, exportações, consumo interno e preços.
A continuidade de um cenário de oferta enxuta, que não atende à demanda, resultou em um aumento de R$2,00/@ para a cotação do boi comum e o "boi China" pelo segundo dia consecutivo. O preço da vaca seguiu a mesma tendência e registrou alta de R$2,00/@, após três dias de estabilidade. Para as novilhas, a cotação não mudou.
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
Em função de uma oferta restrita, a cotação do boi comum e do "boi China" subiu R$2,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis.
Poucos negócios realizados no começo dessa semana. As cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
Em São Paulo, nos últimos sete dias úteis, a arroba do boi gordo subiu resultando em um incremento médio de 2,5% por cabeça no mercado de reposição.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes. No mercado internacional boas notícias com a reabertura do Vietnã a carne brasileira e atenção aos desdobramentos das tarifas norte americanas.
As ofertas de gado para compra ainda seguiram diminutas, porém, com menos negócios no fechamento da semana. Parte dos compradores estão com as escalas de abate já compostas até o início da próxima semana. Desta forma, não houve alteração nos preços em nenhuma categoria.
O preço do leite pago ao produtor teve o segundo mês de valorização. Na comparação mensal, no pagamento de março referente ao leite entregue em fevereiro, a alta foi de 2,8%, ou R$0,07/litro. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,505.
A oferta diminuiu em função da expectativa de preços mais altos. Nesse sentido, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Para as fêmeas, a cotação da vaca subiu R$2,00/@ e, para a novilha, preços estáveis.
A oferta cresceu, porém, não o suficiente para segurar os preços das fêmeas. O acréscimo foi de R$2,00/@ para a vaca e de R$5,00/0 para a novilha.
O mercado do boi gordo começou abril com preços em alta, impulsionados pela forte demanda externa e uma oferta mais ajustada. A arroba já atinge R$ 320 em algumas praças, refletindo o bom ritmo das exportações.
O preço do leite pago ao produtor teve o segundo mês consecutivo de valorização. Na comparação mensal, o pagamento de março, referente ao leite entregue em fevereiro, apresentou alta de 2,8%, ou R$0,07/litro.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
Na comparação feita mês a mês, no pagamento de fevereiro referente ao leite entregue em janeiro, a alta foi de 2,7%, após três meses consecutivos de queda.
Na comparação feita mês a mês, no pagamento defevereiro referente ao leite entregue em janeiro, a alta foi de 2,7%, após três meses consecutivos de queda.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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