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No entanto, apesar da alta nos últimos meses, os custos de produção estão 12,0% abaixo na comparação com igual período do ano passado.
Com relação à redução dos impactos da atividade pecuária na emissão de GEE, fica claro que opções interessantíssimas, não só estão disponíveis, como são atraentes do ponto de vista econômico. Ao mesmo
Esperamos moderação nos preços dos alimentos novamente, junto com menores preços do grupo de Transportes. Ainda que haja aceleração no próximo mês devido a sazonalidade de alguns itens, a trajetória d
As quedas nos preços dos combustíveis/lubrificantes, dos alimentos concentrados energéticos e proteicos e dos suplementos minerais explicam o cenário.
Com acesso em mais de 150 países, a carne brasileira é segura, tem qualidade e não oferece qualquer risco ao consumo humano.
Confira a entrevista com Marcelo Ribas, da Intergado, um dos palestrantes do Encontro de Confinamento da Scot Consultoria
Apesar do Brasil possui o maior programa de controle biológico do Mundo, ainda não há como produzirmos eficientemente sem insumos sintéticos.
O baixo nível de atividade, confirmada pela piora dos indicadores de atividade, a distensão do mercado de trabalho e a queda dos salários reais, juntamente com o recuo dos preços de alimentos, já estã
Os recuos nos preços dos alimentos concentrados proteicos, concentrados energéticos e fertilizantes puxaram a queda.
A expectativa é que a inflação de alimentos fique um pouco mais comportada, conforme temos observado o recuo dos preços de alimentos nos indicadores que medem a inflação do atacado.
O Índice de Preços dos Alimentos elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) alcançou a média de 151,8 pontos em abril, com aumento de 0,7% em relação a março
Os alimentos concentrados energéticos, os combustíveis/lubrificantes e os produtos para sanidade animal tiveram altas de preços no período.
O índice de preços globais de alimentos da FAO, que mede variações mensais em uma cesta de cereais, oleaginosas, laticínios, carnes e açúcar, caiu em cada um dos últimos quatro anos.
Os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado interno. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), o ritmo dos negócios no mercado disponível está mais lento,
Preços dos alimentos subiram menos e puxaram IPCA para baixo. No ano, o índice acumula alta de 2,18% e, em 12 meses, de 10,36%.
Os preços globais dos alimentos ficaram estáveis em fevereiro, próximos de mínimas de sete anos, conforme altas em óleos vegetais e carne compensaram quedas em cereais, açúcar e laticínios.
A transgenia no combate ao mosquito transmissor da zika e da dengue.
Impacto do aumento dos alimentos para a variação do IPCA em 2016 alcança 0,19 ponto percentual no primeiro trimestre
O valor dos produtos que compõem a cesta básica aumentou, em novembro, nas 18 capitais onde é feita a Pesquisa da Cesta Básica de Alimentos, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos So
FAO: queda no preço dos alimentos continua e veio para ficar.
Pouco importando qual seja o indicador, dentro de alguns dias, quando a inflação oficial de setembro for divulgada, o frango, com certeza, será mencionado como um dos alimentos que apresentou sensível
Os preços dos alimentos básicos registraram em agosto a maior queda em sete anos e alguns estão no menor nível desde 2009, consequência principalmente do excesso de oferta mundial e da menor demanda c
Recuando de forma contínua desde o primeiro semestre do ano passado, em julho último o Índice de Preços dos Alimentos da FAO caiu à marca dos 164,6 pontos, um dos mais baixos níveis dos últimos seis a
Mais produção, com maior produtividade e um crescimento menor da demanda global, levando a uma redução dos preços reais de produtos agrícolas.
Scot na mídia – o consultor de mercado Rafael Ribeiro foi entrevistado pelo jornal Estado de Minas, que escreveu sobre as perspectivas para o mercado em 2015.
Além da falta de chuvas, uma soma de fatores onerou a energia elétrica - um dos principais insumos agropecuários - neste ano. Com um forte impacto nos custos de produção, alimentos básicos, como o arr
A presidente Dilma atribuiu a alta da inflação a problemas conjunturais, e não estruturais, mais especificamente “à seca, que eleva o preço dos alimentos”, e à desvalorização do real frente ao dólar.
Problemas climáticos e a taxa de câmbio foram os principais fatores que levaram à alta dos alimentos e sua consequente pressão sobre a inflação no mês de maio.
Os preços dos principais alimentos diminuíram de novo em maio, chegando ao seu menor nível em quase seis anos, graças a uma boa perspectiva para as colheitas em 2015.
Texto do jornal O Estado de São Paulo sobre o mercado do boi e os frigoríficos, com entrevista de Alex Lopes, consultor de mercado da Scot Consultoria.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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