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Os pontos de ponderação para o acordo que deve construir ponte comercial que ligará 27 países da Europa com Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
Após queda em janeiro, o milho dá sinais de estabilização no curto prazo.
As indústrias com escalas mais curtas tiveram que subir as ofertas de compras para conseguirem comprar boiadas. As com escalas um pouco mais confortáveis (embora ainda curtas) mantiveram as ofertas.
A cotação do boi gordo, do “boi China”, da vaca e da novilha subiu R$3,00/@. A oferta de boiadas está curta, e a margem de negociação abaixo do preço de referência está estreita.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, ontem (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - nesta terça-feira os preços não mudaram.
Fevereiro começa com o mercado do boi gordo firme. É o quarto dia útil consecutivo de alta.
O número de contratos em aberto para o vencimento em março de 2026 foi o que apresentou a maior alta entre os dias 22 e 29 de janeiro, com aumento de mais de 4,0 mil posições.
O mercado está firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Mercado de coprodutos esteve frouxo no encerramento de ano e com um quadro baixista para o curto prazo.
Amigos, quem vive a pecuária no dia a dia sabe que cada ano tem sua história, mas existe um momento que, silenciosamente, sempre entrega o sentimento real do mercado: o final da primeira quinzena de janeiro. É ali que o mercado costuma revelar suas cartas.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
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Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
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