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Em São Paulo, mercado ficou cadenciado. No Rio Grande do Sul, cenário foi de firmeza nas cotações.
Houve recuo nas cotações de todos os machos destinados à reposição na praça paulista.
Pela terceira semana seguida, preços do suíno nas granjas e no atacado apresentaram altas
Maior demanda pela carne suína deu sustentação aos preços na cadeia produtiva.
Apesar da redução dos embarques para a China, as exportações para outros países têm crescido.
Maior demanda no final do ano sustenta os preços na granja e no atacado.
Aumento da demanda, típico do final de ano, pressiona os preços para cima.
Aumento da demanda pressiona positivamente os preços do suíno na granja e no atacado.
Levantamento apontou que, entre 17 países, o menor custo de produção é o do Brasil.
Demanda pelo coproduto bovino, principalmente pelas empresas de biodiesel, está baixa.
Virada de mês e redução na oferta de suínos terminados pressionam positivamente os preços.
Final de mês e concorrência com outras fontes de proteínas pressionam os preços do suíno para baixo.
Apesar da demanda fraca no mercado interno, exportação está aquecida.
O volume de carne segue grande e o atacado é o que mais vem sentindo.
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