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A semana começou com indústrias fora das compras e volume de ofertas elevado, o que pressionou a cotação do boi gordo, que caiu R$3,00/@, e a do “boi China”, que caiu R$2,00/@.
Entre desafios e soluções, Diogo Fleury analisa o que diferencia e aproxima dois gigantes da pecuária global.
Em menos de dois meses de expedição, mais de 50 propriedades já foram visitadas em sete estados diferentes.
Nesta segunda-feira, como é comum para o início da semana, parte das indústrias frigoríficas optou por se manter fora das compras, aguardando uma definição do mercado. Essa postura cautelosa se acentuou diante das incertezas provocadas pelo anúncio do tarifaço por parte dos Estados Unidos.
Em São Paulo, as negociações seguem em ritmo mais lento, diante da cautela dos compradores. Ainda assim, os preços do bezerro de desmama e do boi magro se mantêm firmes e registram altas.
Na segunda-feira, como é comum para o início da semana, parte das indústrias frigoríficas optou por se manter fora das compras, aguardando uma definição do mercado. Essa postura cautelosa se acentuou diante das incertezas provocadas pelo anúncio do tarifaço por parte dos Estados Unidos.
Apesar de um mercado paulista mais moroso para a cotação do boi gordo, a reposição mantém o otimismo e preços em alta.
A virada do mês ainda não foi o suficiente para impulsionar as vendas, e os preços perderam fôlego para continuar reagindo.
Apesar da recuperação nos preços no final de junho, o mercado ainda sente os efeitos dos embargos e da oferta elevada no mercado interno.
Há lentidão nas vendas de carne bovina, o que levou a ponta compradora a uma postura mais cautelosa. Com isso, a cotação do boi gordo recuou R$1,00/@, enquanto as cotações do “boi China”, da vaca e da novilha se mantiveram estáveis.
Houve lentidão nas vendas de carne bovina, o que levou a ponta compradora a adotar uma postura mais cautelosa. Com isso, a cotação do boi gordo recuou R$1,00/@, enquanto as cotações do "boi China", da vaca e da novilha se mantiveram estáveis.
A semana começou com preços da arroba do boi gordo entre estáveis e em queda, reflexo do escoamento lento da carne no varejo. Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, muitos compradores ainda aguardam os resultados das vendas do fim de semana, influenciadas pelo pagamento dos salários.
Integração entre pessoas, tecnologia e dados que potencializa a eficiência e a qualidade na pecuária intensiva.
O mercado paulista registra queda nas cotações e menor volume de negócios concretizados, influenciado pela frente fria e pela arroba do boi gordo lateralizada, mas a oferta restrita mantém o interesse na reposição.
Enquanto o atacado sente o peso do fim de mês, granjas se beneficiam da menor oferta e registram alta nas cotações.
Parte dos frigoríficos esteve fora das compras nesta manhã. Com o aumento na oferta de bovinos e a demanda por carne enfraquecida, quadro que já vinha sendo observado, a semana começou com viés de baixa.
Em maio de 2025, o Brasil exportou 111,1 mil cabeças de gado. Quantidade que só perde para maio de 2018, quando 112,7 mil cabeças deixaram o país.
Oferta restrita mantém preços firmes no mercado de reposição em São Paulo, com destaque para a valorização do boi magro.
Diferentemente da agricultura, o universo da pecuária carece de dados, disse Felipe Fabbri, analista de mercado e da cadeia de produção animal na Scot Consultoria, durante a 20ª Jornada Nespro, encerrada nesta quarta-feira (18), na Capital. Mas, afinal, o que isso quer dizer? Confira trechos da entrevista.
A semana começou com ofertas reduzidas, mas, com o avanço do fim do mês, as vendas de carne no mercado interno estão em ritmo lento, equilibrando o mercado. Com isso, as cotações não mudaram em relação à semana passada.
Durante a 20ª Jornada Nespro, especialista discutiu a carência de dados na pecuária e como isso impacta o desempenho do setor no Brasil.
Com a menor disponibilidade de bovinos magros e a demanda aquecida, mercado mantém ritmo firme e cotações em alta para os machos anelorados.
Com grande parte das indústrias fora das compras, a cotação ficou estável em relação à sexta-feira para todas as categorias.
Cenário impulsionado por abate recorde, tendencias de mercado e retomada da utilização de sebo bovino no biodiesel.
Com redução nas ofertas e melhora no escoamento de carne, a semana começa com preços mais altos para o “boi China” e para a novilha, cuja alta é de R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. A cotação do boi gordo e a da vaca não mudou.
Com redução nas ofertas e melhora no escoamento de carne, a semana começou com preços mais altos para o “boi China” e para a novilha, cuja alta foi de R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. A cotação do boi gordo e a da vaca não mudou.
Com retomada das negociações e maior otimismo entre recriadores e invernistas, as cotações iniciam o mês em alta para a maioria das categorias em São Paulo.
Entrevista com o zootecnista, Emanuel Oliveira
Canal do Boi
Mercado do boi gordo mantém alta e reposição atinge patamar histórico
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