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Por mais um dia, as indústrias abriram as negociações derrubando os preços, ofertando R$5,00/@ a menos na comparação diária, com alguns frigoríficos fora das compras na última quinta-feira (26/11).
Recuperação no poder de compra do pecuarista.
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Em São Paulo, mesmo com poucos negócios, as indústrias frigoríficas abriram a última quarta-feira (25/11) derrubando os preços e pagando R$2,00/@ a menos pelo boi gordo na comparação diária. Com a que
Veja que imagens belas e sensíveis que revelam o carinho e o cuidado com que o pecuarista brasileiro tem com a natureza e, que tem o meio ambiente e o bem estar animal como aliados na produção de alim
Em boa parte das praças pecuárias o cenário é de “toma lá, dá cá”. As indústrias frigoríficas com preços mais baixos desde a última semana receberam em resposta uma diminuição nas ofertas de boiadas,
As cotações permaneceram estáveis nas praças paulistas. As arrobas do boi gordo, da vaca gorda e da novilha gorda estão cotadas em R$283,00, R$263,00 e R$271,00, preço bruto e à vista, para descontar
Com escalas ligeiramente melhores e o feriado em parte do Brasil (Consciência Negra), algumas indústrias frigoríficas estiveram fora das compras, o que influenciou no ritmo dos negócios.
Moacyr Bernardino Dias Filho avalia a evolução da forragem na pecuária
As indústrias frigoríficas abriram as ofertas de compras com preços menores que na última sexta-feira (20/11), porém não obtiveram volume de negócios consistentes para compor as escalas de abates que,
Nas praças paulistas, a cotação da arroba do boi gordo se manteve estável em R$285,00/@, preço bruto e a prazo, na comparação feita dia a dia.
É necessário atenção aos contratos de locação e de “direito de superfície” para exploração da matriz energética
Segundo levantamento da Scot Consultoria, em São Paulo, a cotação da arroba do boi gordo caiu R$2,00 na comparação diária e ficou em R$283,00/@, preço bruto e à vista, R$282,50/@ com desconto do Senar
A queda na demanda por sebo bovino para a produção de biodiesel e produtos de higiene segue pressionando negativamente o mercado.
Poucos negócios e especulação.
Em outubro/2020, com a venda de um boi gordo de 19@ comprava-se 1,35 boi magro, atualmente compra-se 1,43. Melhora de 6,2% no poder de compra do recriador/invernista.
Estão ocorrendo negócios, porém, a oferta de boiadas está contida, reflexo da queda de braço entre vendedores e compradores.
A pressão de baixa foi observada em 18 das 32 praças pecuárias. Apesar da pressão, o lento escoamento da carne, as escalas de abate enxutas e a oferta restrita de animais seguem como fatores decisivos
A média do preço de feno tipo A de Tifton 85 para gado de corte gira em torno de R$1.282,80 por tonelada, o tipo B em R$941,43 por tonelada e o tipo C R$386,00 por tonelada, preços sem frete e imposto
Em São Paulo, após encerrarem a semana anterior fora das compras, as indústrias frigoríficas retomaram às atividades derrubando em R$3,00/@ as ofertas de compra em todas as categorias.
Cenário atual e perspectivas.
Depois de semanas de constantes altas a queda na última segunda-feira foi reflexo da saída gradual de frigoríficos das compras. A oferta de boiadas continua restrita e as exportações de carne bovina i
Em São Paulo a cotação do boi gordo permanece em R$290,00/@, preço bruto e à vista.
Para os machos que atendem os requisitos de exportação, principalmente os que atendem o mercado chinês, foram verificadas ofertas de compra em R$300,00/@, bruto, com alguns dias de prazo.
Em grande parte das praças monitoradas pela Scot Consultoria o panorama apresentado na última quinta-feira (12/11) foi de cautela, visando considerar estratégias para as compras dos próximos dias, mes
O mercado esteve calmo na maioria das praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria, mas apesar disso, a cotação subiu fortemente no norte do Mato Grosso,
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), até a primeira semana de novembro, o Brasil exportou diariamente 3,4 mil toneladas de couro. O preço pago por tonelada foi de US$
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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