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Encontro "No Rastro da Pecuária" reuniu produtores e especialistas para discutir temas como mercado, nutrição, bem-estar animal, gestão de riscos e conservação de insumos, moldados à realidade da pecuária intensiva no Paraná.
Chuvas fracas e localizadas ajudam a manter as lavouras e as pastagens em algumas regiões, mas a estiagem ainda limita a umidade do solo em grande parte do país.
Entre janeiro e julho, as exportações para o Uruguai somaram 20,8 mil toneladas, aumento de 14,5% em relação ao mesmo período de 2024, o maior volume já registrado para o intervalo.
Em 20 de agosto (quarta-feira), a Scot Consultoria mediou os debates no NutriForum 2025, realizado em Campinas-SP.
A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora. A exportação, mesmo com a aplicação das tarifas estadunidenses, seguiu firme e há a expectativa de recorde para o mês. O segundo trimestre de 2025 foi o de maior abate de bovinos da história do país, segundo o IBGE.
No primeiro semestre de 2025, foram exportadas 487,6 mil cabeças.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
Após uma semana movimentada, com altas consecutivas nas cotações - reflexo da oferta reduzida e do bom escoamento da carne –, essa semana iniciou com poucos negócios e com preços estáveis na comparação dia a dia.
Previsão indica chuvas fracas e irregulares na maior parte do país, com destaque para a persistência da seca em áreas do Nordeste e Centro-Oeste; condição que favorece o andamento da colheita, mas limita o desenvolvimento de culturas de inverno e intensifica a perda de vigor das pastagens.
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, na sexta-feira (8/8), o cenário não mudou.
Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, destacou que o mercado de frango iniciou agosto com sinais positivos.
A cotação da arroba do boi gordo subiu na primeira semana de agosto. A demanda, tanto externa - apesar da confirmação das tarifas estadunidenses - quanto interna - com a virada de mês e dia dos Pais -, está firme, enquanto, do lado da oferta de boiadas, houve maior cadenciamento.
A China adiou para novembro a decisão sobre a investigação de salvaguarda contra a carne bovina importada. Segundo Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, a postergação evita uma sobretaxa no curto prazo, o que é positivo em um momento de alta demanda chinesa, com foco na formação de estoques para o Ano Novo Lunar.
Um olhar econômico sobre os danos causados pela mosca-dos-chifres e o retorno do controle estratégico.
No mês de julho, nossos especialistas estiveram em campo, levando informações estratégicas, discutindo tendências e promovendo conexões.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
Apesar de um mercado mais especulativo do que ativo em negociações no início da semana, a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne abriram espaço para uma alta de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias.
Com tempo seco predominando em grande parte do país, chuvas pontuais favorecem o avanço das colheitas e o desenvolvimento do trigo, enquanto as pastagens seguem com baixa disponibilidade de forragem.
O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
O governo americano manteve a carne bovina do Brasil fora da lista de isenção dos 50% de impostos. A medida pode reduzir em cerca de 200 mil toneladas as exportações ao país, impactando até US$ 1 bilhão em faturamento neste ano.
Abrem-se novas portas para o Brasil no maior mercado global de rações. A China acaba de autorizar a habilitação de 51 estabelecimentos brasileiros para exportação de proteína processada de aves e suínos e de farinha e óleo de pescado, bem como de outras proteínas e gorduras de animais aquáticos, produzidos pelas indústrias de reciclagem animal. A novidade abre caminho para um potencial crescimento nas exportações do setor.
China é o maior importador mundial do produto, responsável por 38,4% do consumo global.
À Sputnik Brasil, especialistas afirmam que a venda de carne, um dos produtos mais afetados pelo tarifaço dos Estados Unidos, pode ser reorientada para o mercado interno, onde há “um consumo represado imenso”, mas isso não acontecerá no curto prazo nem substituirá as exportações para os EUA.
Mesmo com a alta do petróleo e as mudanças no perfil das importações, o repasse das reduções promovidas pela Petrobras no primeiro semestre ainda influencia os preços do diesel no mercado interno.
Mercado internacional ofertado e compradores abastecidos tem levado à queda de preços e excedente de oferta de farelo de soja.
Primeira edição do encontro “No Rastro da Pecuária” reuniu pecuaristas, empresas parceiras e analistas em Goiânia para uma manhã de palestras, churrasco e troca de experiências.
Previsão climática para a última semana de julho indica chuvas irregulares e de baixos volumes na maior parte do país, com exceções pontuais.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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