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Gestão técnica, integração com a agricultura e sucessão profissional marcam a pecuária em Minas Gerais e Goiás, primeiros estados abrangidos pela pesquisa-expedicionária Circuito Cria 2025.
O mercado de coprodutos da indústria de etanol segue estável neste início de outubro, favorecendo a relação de troca para os pecuaristas que utilizam o DDG (grão seco de destilaria) na alimentação do gado.
Expedição da Scot Consultoria encerrou sua jornada de 2025 mapeando tendências da pecuária intensiva no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Grande volume de abates no período anterior de estiagem, estimula o produtor a segurar o gado nas propriedades, causando alta em todas as cotações.
Após dois dias de apuração, especialistas apontam no Encontro de Intensificação de Pastagens os caminhos para superar desafios e aproveitar as oportunidades na pecuária à pasto.
A oferta de bovinos para abate esteve confortável, e parte dos compradores relatou escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Esse cenário desacelerou as negociações, com os compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
A demanda global por carne aumenta ano a ano e, mesmo com as restrições dos EUA, o Brasil mantém o protagonismo na exportação e é referência de competitividade no mercado mundial.
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
O engenheiro agrônomo e consultor de mercado da Scot Consultoria, Alcides Torres, comenta se este cenário pode favorecer o Brasil.
Setor busca novos mercados para compensar perdas de US$ 1 bilhão e evitar demissões, mas preços no Brasil podem variar.
A entressafra de capim limitou a oferta, o consumo interno melhorou e as tarifas dos Estados Unidos passaram a preocupar menos. Com isso, a cotação da arroba subiu região de Marabá (PA).
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Em 2024, após um primeiro semestre nebuloso para os criadores de gado, a praça de São Paulo puxou a retomada de preços em todos os estados brasileiros, registrando uma elevação de 27,9%, entre setembro do ano passado e janeiro de 2025. No período, a cotação do boi gordo saltou de R$ 249,27 para R$ 319,36, respectivamente. Desde então, manteve-se acima dos R$ 300,00, mesmo sob oscilações.
Em menos de dois meses de expedição, mais de 50 propriedades já foram visitadas em sete estados diferentes.
Nova taxa imposta pelo presidente estadunidense aumenta em 50% a alíquota para produtos brasileiros.
A semana começou com preços da arroba do boi gordo entre estáveis e em queda, reflexo do escoamento lento da carne no varejo. Segundo Alcides Torres, da Scot Consultoria, muitos compradores ainda aguardam os resultados das vendas do fim de semana, influenciadas pelo pagamento dos salários.
A oferta de gado esteve firme. Somado a isso, o escoamento de carne bovina no mercado interno sinalizou piora, em decorrência do final do mês. Dessa forma, houve queda de R$2,00/@ tanto para o boi comum quanto para o “boi China”. Para as fêmeas, os preços se mantiveram estáveis.
A oferta de gado esteve menor. Somado a isso, o escoamento de carne bovina sinalizou melhora, em decorrência do início do mês, e estimulou novos negócios. Dessa forma, houve alta de R$3,00/@, tanto para o boi comum quanto para o “boi China”. Para as fêmeas, a alta foi de R$2,00/@.
Reconhecimento internacional do rebanho brasileiro como livre da doença sem vacinação pode ajudar a destravar negociações com países que pagam mais pela carne, como o Japão. Há, entretanto, quem veja riscos no novo status
Operação reforça liderança brasileira na exportação de gado vivo e destaca avanços logísticos e sanitários no transporte de carga animal internacional.
O engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves, palestrou a convite da Casale na Agrishow 2025, no último dia 30 de abril, e apresentou dados coletados pelo Confina Brasil. Em sua palestra intitulada "E quem é que vai produzir carne? A maturidade da produção pecuária brasileira", ele mostrou qual rumo a produção nacional de carne deve tomar a partir de 2025.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
A piora no escoamento de carne bovina e o comportamento mais cauteloso por parte dos compradores resultou em um recuo nos preços dos bovinos em todas as categorias nas praças paulistas. Com isso, a cotação do boi gordo, "boi China", vaca e novilha caiu R$2,00/@.
As ofertas de gado para compra ainda seguiram diminutas, porém, com menos negócios no fechamento da semana. Parte dos compradores estão com as escalas de abate já compostas até o início da próxima semana. Desta forma, não houve alteração nos preços em nenhuma categoria.
Mercado seguiu estável em relação à oferta de bovinos, no escoamento da carne e nos preços. Dessa forma, a cotação para as categorias não mudou.
Apesar das ofertas de gado comedidas, março começou com o escoamento da carne bovina fraco. Com isso, a cotação caiu R$2,00/@ em todas as categorias.
A oferta de boiadas tem atendido às demandas dos compradores, que têm trabalhado com escalas de abate confortáveis. Desta maneira, não houve alteração nas cotações para o boi. As ofertas de fêmeas, por outro lado, estão maiores do que a de bois, o que pressionou as cotações para a categoria. Para a cotação da vaca, houve queda de R$5,00/@ e para a novilha R$2,00/@.
O cenário permaneceu de boa oferta de boiadas, com predominância de fêmeas. Em função disso, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@, permanecendo estável para as vacas e novilhas.
O mercado está com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não está com bom desempenho. A escala de abate atende, em média, sete dias úteis. A cotação caiu para todas as categorias.
O mercado seguiu com ofertas razoáveis, sendo maior a oferta de fêmeas. O escoamento da carne, porém, não ficou com bom desempenho.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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