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Poucos negócios realizados no começo dessa semana. As cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes. No mercado internacional boas notícias com a reabertura do Vietnã a carne brasileira e atenção aos desdobramentos das tarifas norte americanas.
O mercado do boi gordo começou abril com preços em alta, impulsionados pela forte demanda externa e uma oferta mais ajustada. A arroba já atinge R$ 320 em algumas praças, refletindo o bom ritmo das exportações.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
O mercado do boi gordo apresentou recuperação de preços em algumas praças pecuárias acompanhadas pela Scot Consultoria, impulsionado pela menor oferta e pela redução na participação de fêmeas nos abates. A recomposição de estoques no atacado e o bom ritmo das exportações sustentam as cotações, com expectativas positivas para os próximos dias.
A semana começou sem alterações nos preços. Muitos frigoríficos não abriram as compras.
O mercado iniciou estável em relação a ontem.
O Workshop Plano Genético organizado pela Alta Brasil, em Uberaba (MG), nesta quarta-feira, 19 de março, levará o engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria para apresentar dados de expectativas sobre o mercado do boi gordo, oferta, demanda e exportação.
Mercado do boi gordo fecha a primeira quinzena de março com preços pressionados e deve seguir na mesma toada no curto prazo, sem mudança no cenário de oferta e demanda.
Mercado do boi gordo fecha a primeira quinzena de março com preços pressionados, mas notícias relacionadas a China e EUA movimentam os preços futuros. A exportação segue como um importante canal de escoamento da produção registrando recordes. Como esses fatores podem impactar o mercado no curto prazo?
O último dia útil da semana começou com cotações estáveis nas praças paulistas. Alguns compradores suspenderam a compra de fêmeas, e outros saíram totalmente das compras.
O mercado iniciou o dia sem alteração nas cotações em relação ao dia anterior. O volume de negócios permaneceu pequeno.
O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, será palestrante na Reunião da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Nesta quinta-feira (13), ele abordará o tema "Boi gordo, milho e soja: expectativas e desafios para o ano de 2025".
Sem aumentos expressivos na demanda por carne bovina e com ofertas atendendo a escalas de abate, o ritmo do mercado esteve lento. As ofertas foram majoritariamente de fêmeas, com a oferta de bois mais comedida, em especial de boiadas terminadas em confinamento. Os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias.
Mercado seguiu estável em relação à oferta de bovinos, no escoamento da carne e nos preços. Dessa forma, a cotação para as categorias não mudou.
Passado o período de Carnaval, o fluxo de negociações deverá aumentar, conforme os recriadores e invernistas retornem ao mercado, contudo, ainda cautelosos, observando como o mercado do boi gordo deverá se posicionar.
A semana começou com o mercado equilibrado. Apesar da ponta vendedora estar retendo a boiada em busca de negócios acima dos preços de referência, reduzindo a oferta, as vendas de carne seguiram em ritmo lento, mantendo as cotações estáveis.
A semana, mesmo mais curta, foi marcada por notícias relacionadas ao mercado do boi gordo - suspensão da exportação de carne bovina para a China em três frigoríficos brasileiros, novos capítulos para a guerra comercial entre Estados Unidos e China e, por fim, o governo brasileiro anunciou que zerará a alíquota de importação de uma série de produtos para tentar conter a inflação de alimentos, dentre eles, a carne bovina. Como esses fatores impactarão o preço da arroba do boi gordo no curto prazo?
O Governo Federal anunciou ontem (6/3), a isenção de impostos para importação de carne bovina, café, milho e açúcar como forma de conter a inflação dos alimentos.
A quantidade de oferta de boiadas não mudou de ontem para hoje. O escoamento da carne seguiu devagar e a exportação relativamente aquecida. Nesse contexto, a semana encerra com as cotações estáveis para todas as categorias.
Apesar das ofertas de gado comedidas, março começou com o escoamento da carne bovina fraco. Com isso, a cotação caiu R$2,00/@ em todas as categorias.
Com algumas indústrias fora das compras, o último dia de fevereiro começou com cotações estáveis para todas as categorias.
Com o mercado ofertado e escalas confortáveis, em média, de 10 dias úteis, os preços seguiram pressionados, com queda de R$3,00/@ para o boi gordo comum e de R$2,00/@ para as demais categorias.
Sem aumentos expressivos na demanda por carne bovina e com ofertas atendendo às escalas de abate, o ritmo do mercado permaneceu lento. Este cenário de compra corresponde, majoritariamente, para as fêmeas, o que pressionou o preço da arroba da vaca e da novilha. Houve, portanto, uma queda de R$1,00/@ para ambas as categorias. Para o boi gordo e "boi China", os preços não mudaram.
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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