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No Sudeste de Mato Grosso e em Rondônia houve queda da referência para o animal terminado.
Nem as margens estreitas da indústria têm sido suficientes para pressionar as cotações.
As escalas curtas e os abates em menor volume colaboram para regular os estoques.
Com a alta do boi gordo e estabilidade no atacado, a margem da indústria teve mais uma redução.
Na dificuldade em adquirir bons lotes de animais, as indústrias aumentaram as ofertas de compra.
Diante disso, a demanda segue limitando as possibilidades de novas altas para o boi gordo.
As tentativas de negócios em preços menores travam o mercado.
A pressão por parte dos frigoríficos vem das recentes quedas da margem de comercialização da carne.
Muitos boitéis que estão operando normalmente na safra têm recebido cada vez mais lotes.
As escalas atendem ao redor de quatro dias, na maioria dos casos.
A pressão altista, quando ocorre, é proveniente de oferta curta de boiadas.
No mercado atacadista de carne com osso, houve desvalorização, em função das vendas lentas.
A oferta de boiadas não está abundante, mas o escoamento da carne deixa a desejar.
A oferta está razoável e este é o fator que tem segurado os preços da arroba.
Isso não significa que as compras melhoraram nessas regiões. Não há facilidade de compra.
A sustentação vem do lado da oferta, que está restrita, já que o consumo não ajuda.
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