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Centro-Oeste e Sudeste devem ter chuvas dentro ou acima da média, enquanto o restante do país enfrenta volumes abaixo do esperado.
Chuvas abaixo da média marcam o início de abril no Nordeste e Centro-Oeste. No Norte, volumes elevados persistem, enquanto Sudeste e Sul ficam dentro da normalidade.
O preço do leite pago ao produtor teve o segundo mês de valorização. Na comparação mensal, no pagamento de março referente ao leite entregue em fevereiro, a alta foi de 2,8%, ou R$0,07/litro. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,505.
Os mapas indicam que abril será um mês de contrastes no Brasil. Enquanto a região Norte e parte do Nordeste devem registrar volumes elevados de precipitações, partes do Centro-Oeste e Sudeste enfrentam um período mais seco. As temperaturas ficarão acima da média na maior parte do país, exceto no Sul, onde o clima tende a ser mais ameno.
Após a forte valorização em fevereiro, os preços dos ovos cederam em março, com quedas de 6,9% nas granjas e de 6,7% no atacado.
O mês promete contrastes climáticos com chuvas e clima ameno em regiões específicas, mas temperaturas acima da média em todo país.
Marcos Jank analisa o cenário da carne bovina no Brasil, destacando as oportunidades de agregar valor à produção, com um foco nas transformações estruturais e desafios que o setor enfrenta no mercado global.
A oferta diminuiu e as escalas de abate estão, em média, em sete dias úteis. Dessa maneira, o preço das fêmeas subiu R$2,00/@, enquanto o do boi gordo se manteve estável.
A letalidade da enfermidade pode atingir 100,0% dos animais acometidos. Portanto, investir na prevenção é a melhor saída.
Luiz Venturi detalha a implementação da ordenha robotizada e como as novas tecnologias podem melhorar a produção e diminuir os custos.
Na parcial do mês, o volume totalizou 117,5 mil toneladas. A média diária foi de 14,7 mil toneladas, recuo de 27,2% em relação ao embarcado nos primeiros dias do mês, porém o volume médio diário segue acima do embarcado por dia em março do ano passado, em 76,6%.
Lucas Marques discute as estratégias de melhoramento genético, recria intensiva e o uso de tecnologias para aumentar a eficiência e rentabilidade na pecuária.
Na comparação mensal, no pagamento de fevereiro referente ao leite entregue em janeiro, a alta foi de 2,7%, ou R$0,06/litro. Considerando a média nacional ponderada nos dezoito estados pesquisados pela Scot Consultoria, o litro de leite ficou cotado em R$2,436.
Em fevereiro de 2025 foram necessárias, em média, 6,2 arrobas de boi gordo para comprar uma tonelada de farelo de soja.
Enquanto algumas regiões deverão ter precipitações acima da média, outras podem registrar volumes reduzidos.
Apesar do mercado mais fraco na última semana do mês, fevereiro se encerra com recuperação nos preços na média mensal.
Estoque baixo é o principal fator de pressão aos preços domésticos
Na parcial de fevereiro, a cotação média do arroz no Rio Grande do Sul, está em R$98,66/saca, queda de 1,7% comparado a janeiro. Nos últimos doze meses, a queda foi de 13,1%.
Em fevereiro de 2025, até dia 26/2, um boi gordo de 19 arrobas comprou 2,34 bezerros de desmama, menor poder de compra em relação à fevereiro de 2024, quando este indicador era de 2,39 bezerros por boi gordo. Apesar da piora em doze meses, em relação à média dos últimos três (2022 - 2025) e seis (2019 - 2025) anos, a relação está interessante ao recriador/invernista. Qual a expectativa para os preços do bezerro em curto prazo?
Com o mercado ofertado e escalas confortáveis, em média, de 10 dias úteis, os preços estão pressionados, com queda de R$3,00/@ para o boi gordo comum e de R$2,00/@ para as demais categorias.
Com o mercado ofertado e escalas confortáveis, em média, de 10 dias úteis, os preços seguiram pressionados, com queda de R$3,00/@ para o boi gordo comum e de R$2,00/@ para as demais categorias.
A arroba do boi gordo segue pressionada pela alta oferta de fêmeas para o abate, reflexo do atraso da estação de monta e das dificuldades com pastagens ao final do ano anterior. Os preços caíram em fevereiro, com média de R$315,00 até R$320,00 em São Paulo.
A queda na média mensal da cotação da tonelada do farelo de trigo foi superior a registrada para os preços pagos pela arroba do boi gordo, o que levou a uma relação de troca positiva para o pecuarista.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço médio, em fevereiro, esteve em R$132,21/sc de 60kg em Paranaguá-PR. Em relação à média de janeiro/24, a cotação caiu 2,4%.
O mercado do arroz esteve calmo na penúltima semana de fevereiro.
A previsão climática para a segunda metade de fevereiro indica grandes volumes de chuva em algumas regiões do Brasil, com temperaturas acima da média histórica.
Entrevista com o, Maurício Tonhá
Canal AgroRevenda
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