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Em junho, a pecuária de corte esteve pressionada para baixo. No mercado do leite, o aumento da oferta na região Sul tirou sustentação no pagamento realizado em junho, referente à captação de maio.
As posições em aberto no mercado futuro do boi gordo recuaram no início de julho, atingindo o menor nível desde fevereiro.
Como o pecuarista pode se preparar para a seca sem perder a qualidade das pastagens e o desempenho animal e garantir uma boa rebrota nas águas.
Na comparação com as cotações do dia 5/6, o bezerro desmama, o garrote, a novilha e a vaca boiadeira registraram alta no Rio de Janeiro.
Na última semana de campo, a pesquisa expedicionária da Scot Consultoria percorreu fazendas nos Campos Gerais e encontrou sistemas de alta produtividade, forte uso de tecnologia e integração entre leite, agricultura e gestão de dejetos.
Mercado paulista abriu com queda de R$2,00/@ para o boi gordo e o “boi China”, pressionado pela maior oferta de carne e pelo escoamento interno lento.
Volume recebido pela China, em mil toneladas por mês, até maio, e a projeção para junho e julho.
Junho caminha para o fim e o mercado está frio, com poucas saídas e redução nos preços na maioria dos cortes.
Mercado mostrou comportamento distinto ao longo da cadeia, com valorização do cevado nas granjas em São Paulo contrastando com queda no atacado e recuo nas exportações.
Oferta ajustada sustentou as cotações nas granjas, mas vendas mais lentas no fim do mês pressionaram os preços no atacado.
A Conab seguiu o viés dos últimos relatórios e continuou estimando para cima a produção total dos grãos no Brasil.
Especialistas da Scot Consultoria estiveram em Porto Alegre (RS) para apresentar as expectativas para o mercado do boi gordo em 2026.
Durante décadas, o crescimento da produção de carne bovina no Brasil esteve associado à expansão das áreas de pastagem. Produzir mais significava ocupar mais terra. Nos últimos anos, porém, essa lógica mudou.
À exceção da cotação do boi magro, o mercado de reposição mostrou-se firme na quarta semana de junho.
Todas as categorias do mercado do boi gordo recuaram na região, com maior oferta e escalas alongadas.
Exportações firmes sustentam o mercado, mas dúvidas sobre a cota chinesa, avanço do confinamento e riscos climáticos ligados ao <em>El Niño</em> acendem pontos de atenção para o boi gordo.
Exportações firmes sustentam o mercado, mas dúvidas sobre a cota chinesa, avanço do confinamento e riscos climáticos ligados ao El Niño acendem pontos de atenção para o boi gordo.
O mercado futuro do boi gordo voltou a ficar procurado no final de junho, com as posições em aberto na B3 em recuperação.
Com demanda doméstica fraca, cautela nas exportações e oferta confortável, arroba do boi gordo perde força em São Paulo; confinamento deve ganhar peso no segundo semestre
Embarques de carne de aves crescem em volume e valor, enquanto carne suína registra retração na comparação ano a ano.
Rota mineira mostrou propriedades em expansão, com foco em compost barn, genética, eficiência produtiva e integração entre leite, agricultura e gestão de dejetos.
Frigoríficos reduziram o ritmo das compras, diante do escoamento lento no mercado interno e da cautela nas negociações de exportação para a China.
Apesar do ciclo de expansão, a produção do grão enfrenta um ambiente de custo mais adverso para o período dos últimos anos.
Embarques são 10,9% maiores do que no mesmo período do ano passado.
Com 542,5 mil cabeças embarcadas até maio, e junho a caminho do segundo melhor desempenho da história, o Brasil vive um primeiro semestre sem precedentes.
Frigoríficos cautelosos e consumo interno lento mantêm o mercado do boi gordo sob pressão, especialmente para as fêmeas.
Nas demais categorias, foi registrada queda na cotação.
O mercado de suínos no interior paulista ficou mais equilibrado, com melhora no ambiente para os produtores.
Entrevista com a engenheira agrônoma, Danyella Bonfim
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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