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Após sete dias úteis sem mudança nos preços, a cotação caiu para todas as categorias. O aumento na oferta de boiadas e o fraco escoamento de carne na indústria contribuíram para o cenário.
Com boas ofertas e demanda enfraquecida nas praças paulistas, a semana começou com indústrias frigoríficas fora das compras. Os preços não mudaram na comparação feita dia a dia.
Com poucas negociações realizadas e algumas indústrias fora das compras após o feriado, o primeiro dia útil de maio abriu com cotações estáveis para todas as categorias.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
Pós feriado prolongado, a cotação da arroba do boi gordo caiu em São Paulo. A oferta de bovinos está boa e as escalas de abate estão programadas até a primeira semana de maio, junto a uma demanda que foi menor que a expectativa para o "feriadão", o mercado cedeu.
O preço de todas as categorias de bovinos não mudou. O mercado esteve quieto, com pouquíssimos negócios concretos. Alguns compradores permaneceram fora de compras.
Semana com feriados movimentou o mercado do boi gordo no estado.
Com o desempenho da venda de carnes aquém do esperado durante o feriado e aumento na oferta de bovinos, os compradores ficaram menos dispostos a pagar mais pela arroba. Além disso, alguns se retraíram do mercado e aguardam novas movimentações.
No primeiro dia útil após o feriado de Páscoa e Tiradentes, tanto compradores, quanto vendedores estiveram “em cima do muro”. O mercado permaneceu estável em todas as categorias.
Apesar da cautela da indústria, que segue avaliando o desempenho das vendas no final de semana prolongado, a proximidade da virada de mês, aliada a mais um feriado e ao Dia das Mães - no primeiro decêndio de maio - mantém uma expectativa positiva para o mercado do boi gordo.
O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes, mesmo diante do período da Quaresma e da lentidão típica da Semana Santa. A demanda interna está estável, as escalas de abate encurtaram e as exportações seguem em ritmo forte, com recorde nos primeiros dez dias de abril. Apesar dos impactos das decisões econômicas dos EUA no comércio global, o Brasil mantém sua competitividade, inclusive no mercado norte-americano, mesmo pagando tarifas elevadas. A expectativa é de que o país continue ganhando espaço também junto à China.
A quantidade de oferta de boiadas não mudou de ontem para hoje. O escoamento da carne seguiu devagar e a exportação relativamente aquecida. Nesse contexto, a semana encerra com as cotações estáveis para todas as categorias.
Até o momento a demanda interna seguiu lateralizada, mas deve ver o escoamento de carne bovina mais acelerado no início de março devido aos feriados e ao carnaval.
O mercado abriu com poucos negócios nesta terça-feira, ainda impactado pelos feriados de final de ano. São poucos os agentes em atividade e a expectativa é de que continue assim ao longo do dia.
O mercado seguiu com ofertas enxutas, encerrando a semana com alta nas cotações para os machos e para a novilha.
Alta para o boi gordo em Santa Catarina.
Com ofertas restritas, o mercado iniciou o dia com alta nas cotações. O preço do "boi China" e do boi gordo subiu R$5,00/@, e a cotação da vaca e da novilha subiu R$2,00/@.
A primeira semana do mês encerrou com estabilidade nos preços na comparação diária, mas firmes, com alguns frigoríficos fora das compras e de olho no desempenho do escoamento de carne no fim de semana
Junho começou devagar, com poucos negócios e escalas confortáveis, ainda em resposta ao feriado da última quinta-feira.
O mercado apresentou ritmo moroso na última sexta-feira pós-feriado. A baixa movimentação, típica do dia da semana, aliada às escalas de abate bem-posicionadas, contribuíram para a estabilidade dos pr
A semana começou sem alteração de preços, com a ponta compradora e a ponta vendedora aguardando as definições do mercado para se posicionarem. Sendo assim, as cotações estavam estáveis para todas as c
O mercado retomou as atividades após o feriado em ritmo de segunda-feira. Os preços seguiram firmes e as escalas de abate bem-posicionadas. Com isso o mercado ficou estável.
Às vésperas de feriado nacional, as cotações seguiram estáveis. As indústrias frigoríficas estavam com as escalas de abate bem-posicionadas, considerando a semana mais curta, comprando o necessário pa
A cotação do boi gordo está estável há 7 dias e a expectativa é de que pouco mude nesta semana em função do feriado nacional na quarta-feira. As escalas de abate estão programadas, em média, para 9 di
Mesmo com os volumes de negociações aumentando, e uma oferta maior que a semana anterior, os preços de todas as categorias de bovinos destinados ao abate seguiram estáveis na comparação feita dia a di
Com o início do mês, os compradores estão buscando boiadas apenas para completarem suas escalas, comprando vagarosamente. Do lado da oferta vendedora, a condição das pastagens, apesar da entrada do ou
Na segunda-feira, dia típico de menor movimentação, com muitos compradores ainda tomando posição quanto ao desempenho das vendas no fim de semana e, nesta segunda, em meio ao feriado prolongado, os pr
Com pouca movimentação devido ao feriado da Sexta-feira Santa, o mercado operou com lentidão na quinta-feira e as cotações se mantiveram estáveis para todas as categorias.
Na última semana útil do mês, geralmente o consumo de carne bovina é menor devido a diminuição no poder aquisitivo da população e com a proximidade do feriado de “Sexta-feira Santa” que tende a diminu
A cotação da arroba do boi gordo caiu no sul goiano, enquanto para a vaca e novilha gorda os preços se mantiveram estáveis na semana pós-carnaval. As escalas de abates diminuíram e estão em média de 1
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
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