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O mercado do boi gordo iniciou outubro com preços firmes e tendência de alta, após um setembro mais frouxo.
O escoamento da carne ainda não está dentro do esperado, mas a chegada do quinto dia útil do mês pode impulsionar as vendas. Além disso, parte das indústrias tem ofertado mais pela arroba para conseguir completar suas escalas de abate.
Com a demanda aquecida e a oferta restrita, os preços da reposição em São Paulo seguem firmes, e a expectativa de recuperação das pastagens pode fortalecer mais o poder de barganha do vendedor neste trimestre.
Começo de mês traz fôlego ao mercado do boi gordo.
O cenário é de redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
A oferta de bovinos disponíveis para a compra diminuiu, trazendo assim maior sustentação às cotações.
Após dois dias de apuração, especialistas apontam no Encontro de Intensificação de Pastagens os caminhos para superar desafios e aproveitar as oportunidades na pecuária à pasto.
No comparativo anual, entre a média de setembro de 2025 e a de 2024, a arroba do boi gordo acumula alta de 22,5%. Já a do boi magro valorizou 33,8% e a do bezerro de desmama, 33,1%, no mesmo intervalo.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios nesta terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
O mercado abriu esta segunda-feira com poucos negócios. Algumas indústrias ainda estão decidindo como serão as ofertas de compra com base nas vendas do fim de semana, enquanto outras estão fora do mercado.
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A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação diária. A oferta de boiadas está contida e as escalas de abates começaram a encurtar, justificando essa estabilidade.
O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
Em Ribeirão Preto, Pedro Gonçalves analisa a transformação da pecuária nacional com foco na produtividade, sustentabilidade e protagonismo global da carne produzida a pasto.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não está comprando, o que manteve as cotações estáveis.
Apesar de boa parte da ponta compradora estar fora das compras, o cenário é de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já retomaram os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Ágio da desmama alcança maior nível desde dezembro de 2022.
Com uma demanda interna enfraquecida, com a entrada da segunda quinzena, e uma oferta que garante escalas de abate confortável, a cotação para a arroba do boi gordo segue em queda.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
A oferta de bovinos está boa e o consumo de carne bovina estável. Com isso, os frigoríficos estão com escalas de abate mais alongadas e reduziram o ritmo das compras. No mercado externo, embora a exportação apresente bom desempenho, a queda do dólar reduziu a margem dos exportadores, o que pesa contra a cotação da arroba.
A oferta de bovinos esteve boa e o consumo de carne bovina permaneceu estável. Com isso, os frigoríficos ficaram com escalas de abate mais alongadas e reduziram o ritmo das compras. No mercado externo, embora a exportação tenha apresentado bom desempenho, a queda do dólar reduziu a margem dos exportadores, o que pesou contra a cotação da arroba.
O aumento de 15,5% na produção de doses de sêmen reforça o papel da genética e da inseminação artificial como insumos essenciais para a melhoria da eficiência reprodutiva e a sustentabilidade da pecuária de corte.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ para todas as categorias.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias estão fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
Apesar da entrada em vigor da tarifa norte-americana à carne bovina, a exportação está firme. Destaque para a Indonésia, que aumentou o número de fornecedores brasileiros e, para o México, que também deve fazê-lo em breve.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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