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O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
João Paulo Franco explica como a ferramenta de hedge pode ajudar o produtor a travar custos, planejar receitas e reduzir riscos em um cenário de pressão sobre a pecuária leiteira.
A mastite compromete a produção e a qualidade do leite, reforçando a importância do manejo preventivo.
Menor oferta no campo sustentou alta de 6,5% em maio; expectativa para junho é de perda de força nas valorizações.
O regulamento antidesmatamento da União Europeia entra em vigor em dezembro de 2026 e exige que soja, carne, café, cacau e madeira comprovem, com dados de satélite e geolocalização, que não vieram de área desmatada após 2020.
O debate sobre a exportação de carne bovina cresceu nos últimos anos, com algumas correntes de pensamento apontando-a como contrária ao consumo interno.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
A ferramenta desenvolvida por universidades calcula a necessidade hídrica da lavoura, integra dados de solo, clima e equipamentos e promete democratizar o manejo tecnificado da irrigação no país, estará disponível para baixar em junho.
Mesmo após o ajuste em relação ao recorde de abril, referência em São Paulo segue entre R$345,00 e R$355,00/@; demanda interna, exportações e postura do pecuarista devem ditar o ritmo dos preços em junho.
Em entrevista à Scot Consultoria, Sérgio Soriano destaca os pilares da atividade leiteira, a importância da gestão de custos e os caminhos para manter rentabilidade em um mercado cada vez mais profissionalizado.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
O Brasil está pagando mais pelos insumos em meio à instabilidade global, aumentando preocupação para a safra 2026/27.
A fixação biológica de nitrogênio (FBN), potencializada pelo uso de bioinsumos, reduz a necessidade de ureia no campo, diminuindo custos de produção e impactos ambientais.
No Rastro da Pecuária chega a Cuiabá (MT) com programação focada em mercado, produção e tomada de decisão.
Quantidade de sacas de milho x arroba de boi gordo em São Paulo, nos meses de abril, ano a ano.
Encontros presenciais em Tocantins, Mato Grosso, Pará e Rondônia reúnem produtores, técnicos e analistas para discutir o presente e o futuro da pecuária.
O zootecnista e consultor de mercado da Scot Consultoria analisa o cenário para o mercado internacional.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida e há maior atratividade frente ao óleo de soja. Para o couro, o cenário é de estabilidade no momento.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
Relação de troca piora e reduz poder de compra na reposição.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida. Para o couro, a valorização do produto ocorre pela alta dos custos.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
O cenário para o confinamento em 2026 segue favorável, sustentado pela firmeza do mercado do boi gordo e a perspectiva de custos alimentares ainda administráveis, especialmente diante da expectativa de uma boa safra de grãos, sustentam o cenário positivo para o confinamento.
Países do Oriente Médio estão entre os maiores produtores globais de gás natural, e o conflito na região pode gerar impactos no mercado.
Encontro de Confinamento e Recriadores de 2026 reuniu cerca de 1300 profissionais do setor em quatro dias de evento que levou insights do campo ao palco do maior espetáculo da Terra!
Litros de diesel S10 por saca de milho, em Campinas-SP
Após um 2025 desafiador, com queda nos preços e pressão sobre as margens, o mercado do leite inicia 2026 com sinais de recuperação, mas ainda tímida.
A oferta de couro e sebo bovino está menor, e a demanda no mercado interno e externo está aquecida, com isso foram registradas altas nos preços na semana.
Relatório anual do NASS, setor estatístico do USDA, apresenta dados de variação da área das principais culturas agrícolas nos Estados Unidos em comparação ao ano passado.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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