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O título da leitura de hoje faz referência ao sentimento que temos para a oferta e a demanda no mercado físico do boi gordo.
Até a terceira semana de dezembro, o Brasil exportou diariamente 1,93 mil toneladas de couro, volume 14,9% maior que no mesmo período de 2019 (1,68 mil toneladas). O preço pago por tonelada foi de US$
Cenário de variações positivas no Brasil Central e no Rio Grande do Sul.
Baixa oferta e demanda aquecida explicam esse cenário.
Poucos negócios e especulação.
Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), até a primeira semana de novembro, o Brasil exportou diariamente 3,4 mil toneladas de couro. O preço pago por tonelada foi de US$
Em outubro foram exportadas 42,5 mil toneladas de couros, recuo de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2019. O preço pago por tonelada (US$/t) foi de US$2,13 mil, alta de 1,4% na comparação com
Até a quarta semana de outubro, foram exportadas diariamente, em média, 2,0 mil toneladas de couro. A cotação média foi de US$2,21 mil, alta de 5,2% na comparação com o mesmo período de 2019 (Secex).
A concorrência pelo sebo entre os setores de higiene e biodiesel ainda é acirrada, porém, as empresas de ambos os setores estão mais cautelosas na hora de negociar a matéria-prima.
A tonelada está custando U$2.181,40.
ANP paralisa 76º leilão de biodiesel.
Ganhando ritmo.
Nos treze primeiros dias úteis de setembro a média diária de couro exportada pelo Brasil foi de 2,3 mil toneladas, volume 23,4% maior, comparado com o igual período do ano passado (Secex).
A demanda pelo produto segue fria no mercado interno. Do lado das exportações, o couro vem dando sinais de retomada.
Expectativa de preços firmes no curto prazo.
Com a retomada gradual da economia, a demanda por sebo bovino na produção de biodiesel segue aumentando.
A demanda pela gordura animal para o setor de higiene e limpeza contribui para alta dos preços no mercado de sebo.
Dificuldade em ganhar ritmo.
Oferta limitada sustenta as cotações.
Preços estáveis.
Mais uma semana de valorizações.
Mercado do sebo em alta.
Os preços do milho têm subido em plena colheita
Mercado do sebo aquecido.
Demanda comedida.
Mercado do sebo ganhando força.
Oferta restrita sustenta as cotações.
No curto prazo, com a flexibilização da quarentena, são esperados reflexos positivos na demanda do biocombustível, dando um certo fôlego ao mercado do sebo
Com a demanda patinando pelo produto para a produção de biodiesel o mercado está pressionado, no entanto, oferta está restrita, o que tem limitado as desvalorizações.
Apesar da estabilidade, a demanda por sebo está menor, o que colabora com a pressão de baixa.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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