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No curto prazo, com a flexibilização da quarentena, são esperados reflexos positivos na demanda do biocombustível, dando um certo fôlego ao mercado do sebo.
Passado o feriado e o recebimento dos salários que impulsionaram as vendas de carne bovina, a atenção agora está voltada para o comportamento do consumo doméstico frente à retração econômica se acentu
Embora a entrada da segunda quinzena no mês, quando sazonalmente o consumo de carne no mercado interno é mais fraco, a oferta escassa de boiadas, associada aos níveis de estoques dos frigoríficos, de
No Brasil Central, segundo levantamento da Scot Consultoria, o produto está cotado em R$0,40/kg, considerando o couro verde de primeira linha.
No fechamento desta segunda-feira (11:28hs) os preços na praça paulista estão estáveis visto o volume tímido de negócios nesta manhã, no entanto, o quadro de oferta de boiadas limitada permanece, o qu
Em São Paulo, para boiadas que atendem os requisitos do mercado chinês, o macho de até trinta meses e novilhas, os preços giram em torno de R$210,00/@ e R$200,00/@, respectivamente, bruto à vista.
Na comparação semanal, os preços subiram 3,9%. A demanda aquecida, associada à oferta limitada na maior parte dos estados, explicam a firmeza do mercado.
Na praça paulista, a arroba do boi gordo subiu 1,5% na comparação feita dia a dia, o que significa alta de R$3,00/@.
No curto prazo, com a flexibilização da quarentena, são esperados reflexos positivos na demanda do biocombustível, dando um certo fôlego ao mercado do sebo
Oferta restrita dita rumo do mercado
As escalas de abate estão curtas e sem aumento, mesmo com as valorizações que vêm ocorrendo. A baixa oferta de boiadas predomina.
Para os animais de até quatro dentes, cujo destino é o mercado chinês, há ofertas de compra de até R$10,00/@ acima da referência.
O volume médio diário embarcado foi de 5,47 mil toneladas, uma retração de 9,1% comparado a média de junho de 2019.
A maior demanda por categorias mais jovens no estado e a oferta restrita têm dado força às cotações dos bovinos de reposição.
Na praça paulista, a dificuldade em adquirir a matéria-prima resultou em pressão positiva sobre o preço da arroba do boi gordo.
A demanda aquecida resultou em alta de 1,6% na última semana, entre machos e fêmeas anelorados, considerando média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria.
Apesar do menor volume de negócios, típico de segundas-feiras, o mercado do boi gordo está firme e valorizações não estão descartadas.
Na praça paulista, após uma semana de forte valorização da arroba do boi gordo, o tom foi de estabilidade nessa sexta-feira (5/6), mas, com um viés de alta para a semana seguinte.
A alta na comparação feita dia a dia foi de R$5,00/@. A oferta escassa de animais terminados, o forte ritmo das exportações e as escalas de abate enxutas explicam esse cenário.
Com a demanda patinando pelo produto para a produção de biodiesel o mercado está pressionado, no entanto, oferta está restrita, o que tem limitado as desvalorizações.
A dificuldade em manter as programações de abate (entressafra) fez com que os frigoríficos paulistas ofertassem preços maiores.
Em janeiro, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 2,47 bezerros de ano e, atualmente, compram-se 2,18.
As altas foram puxadas pelas categorias jovens, com destaque para o bezerro de desmama, que valorizou 3,3% nos últimos sete dias, considerando a média de todas as regiões.
Aparentemente a transição safra – entressafra ficou para trás e estamos na entressafra. A oferta restrita de boiadas terminadas tem travado o andamento das escalas e contribuído para o aumento nos pre
Para os animais com destino ao mercado chinês o mercado está firme. Os negócios com machos com menos de quatro dentes giram em torno de R$200,00 a R$205,00 por arroba.
A média diária ficou em 7,76 mil toneladas, frente às 5,65 mil toneladas em igual período de 2019, incremento de 37,2%.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o preço do sebo recuou e está em R$2,68/kg, livre de imposto. Desvalorização de 6,0% na comparação com a semana anterior.
Na praça paulista, a cotação do ‘’boi comum’’ está estável na comparação feita dia a dia.
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), até a terceira semana de maio, o Brasil exportou 22,1 mil toneladas de couro, frente às 38,8 mil toneladas embarcadas em igual período do ano passado
Na média de todas as categorias pesquisadas pela Scot Consultoria, o poder de compra do recriador/invernista aumentou 3,2% em relação ao início deste ano.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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