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Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos fechou agosto cotada, em média, em R$69,61, frente aos R$64,00 registrados em julho. No atacado, a valorização em igual período foi de 8,2%.
No atacado, com a expectativa de melhora nas vendas, os preços tiveram alta nos últimos dias. A cotação da carcaça passou de R$3,95 por quilo para os atuais R$4,03 por quilo.
Vale destacar, porém, que apesar do movimento de baixa no decorrer de julho e agosto, a média do mês ainda supera o registrado no mesmo período do ano passado.
Em São Paulo, além da baixa disponibilidade de boiadas, a proximidade da virada de mês fez com que as indústrias ofertassem preços maiores pela arroba.
Se os embarques continuarem nesse ritmo, em agosto será exportado 46,3 mil toneladas de carne suína in natura, 22,7% menos que julho último.
Apesar de os contratos a termo darem uma grande previsibilidade de fornecimento e conforto nas escalas de quem tem essa modalidade, não são todos os frigoríficos que têm contratos desse tipo.
Embora ainda longe das máximas, o mercado futuro tem trabalhado em alta.
Com a entrada da segunda quinzena do mês, os compradores optaram por ter mais cautela e manter os estoques mais regulados.
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Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos teve alta de 12,8% nos últimos sete dias e está cotada, em média, em R$70,50.
Essa desaceleração no mercado está associada à menor procura atual por parte das indústrias exportadoras, que ampliaram fortemente suas compras em função dos casos de Peste Suína Africana na Ásia.
O mercado do boi gordo iniciou a última terça-feira, 6 de agosto, com preços firmes.
Início de mês, entrada dos salários da população em circulação, volta às aulas e oferta mais ajustada foram fatores que colaboraram para a retomada da firmeza no mercado de ovos na última semana.
Com a colheita da segunda safra em andamento e, consequentemente, aumento da disponibilidade interna do grão, os preços do milho caíram em julho na comparação mensal, mesmo com as exportações aquecida
No fechamento do mercado de reposição de julho, na média de todos os estados pesquisados, considerando as categorias de animais anelorados, os preços recuaram 0,5% frente a junho.
Nas granjas paulistas o animal terminado fechou cotado, na média, em R$95,50 por arroba, queda de 4,3% frente à média de junho.
Em São Paulo, os preços ficaram estáveis na última quinta-feira (1/8). As escalas de abate mais confortáveis, em média atendendo a uma semana, não geraram necessidade de compras com mais afinco pela i
Cenário no mercado do boi gordo continua calmo, mas início de mês deve dar fôlego às cotações, com oferta curta de boiadas.
De modo geral, com a virada do mês, recebimento dos salários e o Dia dos Pais, o mercado aguarda melhora no consumo de carne.
Mas, a dificuldade de escoamento da carne bovina continua, o que está limitando o desenvolvimento da cotação.
O período do mês não favorece as vendas no mercado doméstico, junto a isso, o volume embarcado também diminuiu o ritmo em julho.
O ritmo do consumo faz com que as indústrias não tenham a necessidade de alongar as escalas de abate. Nesta segunda-feira os preços ficaram estáveis na maioria das regiões pecuárias.
Preços em queda.
Nas granjas paulistas, o preço do animal terminado saiu da casa dos três dígitos e está cotado, em média, em R$92,50 por arroba, recuo de 7,5% nos últimos sete dias.
Consumo em baixa e queda de preço.
No fechamento do mercado de reposição da terceira semana de julho, o que se viu foi que com a chegada da entressafra, o mercado de reposição começou a esboçar firmeza.
Nos últimos sete dias, na média de todos os cortes desossados pesquisados, os preços tiveram variação positiva de 0,8 porcento.
A alta acumulada nos últimos 12 meses na carcaça suína foi de 55,3%, enquanto a de frango foi 32,3%, o que tem deixado o consumidor sem alternativa barata para substituir a carne bovina.
Apesar da recente pressão nos preços, na comparação anual o mercado segue favorável. Tanto nas granjas, como no atacado, as cotações estão 69,5% e 67,0% maiores que igual período de 2018, respectivame
As baixas temperaturas observadas em diversos estados do Sul e Centro-Oeste do Brasil durante essa semana fez com que os pecuaristas a entregarem o restante da boiada que estava no pasto.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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