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Queda de preço na semana.
Caso o ritmo das exportações continue, serão embarcadas 67,6 mil toneladas de carne in natura em outubro, recorde para o ano.
Preços firmes no mercado do boi gordo. A cotação da arroba subiu em 13, das 32 praças monitoradas pela Scot Consultoria.
No atacado, a caixa do produto está sendo comercializada, em média, em R$71,00, recuo de 5,3% no mesmo período.
Na comparação com a semana anterior, os preços dos animais de reposição tiveram novo aumento, considerando os machos anelorados de todos os estados pesquisados.
Parte das indústrias aguarda um posicionamento mais claro do mercado para definir os preços de balcão.
O mercado externo deve seguir com a demanda aquecida e também existe a projeção de aumento no consumo no mercado doméstico com a proximidade do final do ano.
A procura por ovos aumentou. Nesta primeira quinzena do mês foi observada uma maior movimentação nas vendas o que trouxe firmeza ao mercado.
Os preços subiram tanto no atacado, quanto nas granjas, em outubro, depois da pressão de baixa verificada em setembro último.
Durante setembro, foram exportadas 49,8 mil toneladas de carne suína in natura, alta de 13,2% em relação a agosto último e 3,5% em relação ao mesmo período de 2018.
A oferta restrita de boiadas manteve o mercado com os preços firmes. Das trinta e duas praças pesquisadas, em setembro, a cotação do boi gordo subiu em 90,6%.
Desde o início de setembro, a cotação nas granjas paulistas cedeu 7,3%. Com a caixa com trinta dúzias de ovos comercializada, em média, em R$63,50.
A tendência para o último trimestre do ano é que a carne continue a sua trajetória positiva, amparada não só na diminuição da oferta, mas também na melhora da demanda sazonal até as festas de fim de a
A oferta diminuiu frente a uma demanda melhor. As exportações também colaboraram para o cenário de firmeza.
Das 32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria, os preços subiram em 43% delas nesta quarta-feira (25/9).
Em Rondônia a cotação do boi gordo subiu e ficou em R$147,00/@, a prazo e livre de Funrural, alta de R$1,00/@ na comparação com o último levantamento, do dia 20/9.
Nesta semana, no dia 17 de setembro, foi detectado o primeiro surto de Peste Suína Africana na Coreia do Sul, demonstrando a dificuldade de contenção do vírus no continente.
Os preços dos ovos tiveram nova queda na semana. As altas temperaturas deixam o mercado mais ofertado devido à redução da durabilidade do produto.
No fechamento do mercado da última quarta-feira (18/9) foram registradas altas nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Tocantins.
Os preços caíram nesta semana. A temperatura subindo, o que diminui o tempo de prateleira do produto, as vendas em ritmo lento e a folga nas ofertas colaboraram para o cenário.
Os preços do boi gordo e da novilha subiram em São Paulo nesta sexta-feira, ficando cotados em R$156,50/@ e R$150,50/@, respectivamente, ambos à vista e livre de Funrural.
A China habilitou 25 novas plantas brasileiras para exportação de carne. Dentre elas, um frigorífico de suíno foi habilitado.
O cenário de oferta limitada de boiadas é o principal fator que mantém o mercado sustentado neste momento.
Estabilidade na semana.
O início de setembro não trouxe o ânimo que o mercado esperava. Nas granjas paulistas o animal terminado segue com preços estáveis cotado, em média, em R$83,00 por arroba.
Os preços do leite pago ao produtor caíram pelo segundo mês consecutivo. No entanto, o recuo médio foi menor, de 1,6%, frente a queda de 4,1% no pagamento anterior. A produção de leite aumentando nas
Os preços pago ao produtor caíram pelo segundo mês consecutivo. No entanto, o recuo médio foi menor, frente a queda registrada no pagamento anterior. Considerando os 18 estados pesquisados pela Scot C
Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias de ovos fechou agosto cotada, em média, em R$69,61, frente aos R$64,00 registrados em julho. No atacado, a valorização em igual período foi de 8,2%.
No atacado, com a expectativa de melhora nas vendas, os preços tiveram alta nos últimos dias. A cotação da carcaça passou de R$3,95 por quilo para os atuais R$4,03 por quilo.
Vale destacar, porém, que apesar do movimento de baixa no decorrer de julho e agosto, a média do mês ainda supera o registrado no mesmo período do ano passado.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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