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Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
A quarta-feira começou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atendeu à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina esteve firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustentou as cotações.
O avanço consistente dos embarques evidencia a crescente dependência do mercado chinês da carne bovina brasileira e reforça o descompasso entre o fluxo comercial e o recente limite estabelecido.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
O setor, apesar de apresentar ritmo aquém do esperado em 2025, ganhou tração no final do ano e tem boa perspectiva para 2026.
País asiático é o principal destino da proteína brasileira
A China divulgou medidas de salvaguarda para a importação de carne bovina. Serão utilizadas cotas de importação para cada país exportador e aplicada uma sobretaxa de 55,0% caso haja excedente de volume.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
A China instituiu cotas de importação e uma sobretaxa de até 55% sobre o excedente de carne bovina, medida que pode impactar as exportações brasileiras e gerar reflexos no mercado do boi em 2026.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
O que muda para o Brasil?
Notícia acende alerta no Brasil.
A participação da novilha no abate de bovinos tem crescido nos últimos sete anos. A cada ano, mais novilhas são destinadas à produção de carne.
Um ano de águas turbulentas, mas que conquistou resultados recordes.
Mercados do boi gordo e reposição, carne, insumos, grãos e outros enfrentaram cenários distintos em 2025, apontando tendências importantes para o próximo ano
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
China não incluiu Brasil na lista de países isentos à potencial aplicação de salvaguardas; setor brasileiro aguarda atualização do processo.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta está ainda mais, por conta do final do ano. Uma parte da indústria está em férias coletivas, a outra está fora das compras e os que estão efetivamente adquirindo boiadas, estão em um ritmo bem lento, quase sem negócios nesta manhã.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta estava ainda mais, por conta do final do ano.
Com o consumo interno de carne bovina firme e a exportação com bom desempenho, como está a margem do frigorífico?
A sexta-feira, tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
A sexta-feira (26/12), tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
Cenário de preços voláteis, exportações recordes e avanços estruturais marcou um ano de transição e reposicionamento do setor pecuário.
Com abate de bovinos crescente e ganhos zootécnicos no campo, o Brasil produziu o maior volume de carne bovina da história e tornou-se o principal produtor global em 2025. Mas, e em 2026?
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
Infomoney
Carne bovina: com salvaguarda da China, Brasil pode deixar de exportar até 500 mil t
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