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A semana começa com parte dos frigoríficos fora das compras, e os que abriram as compras têm oferecido mais pelas fêmeas.
Em parte do estado há boa oferta de boiadas, provenientes principalmente de confinamentos. As escalas de abate estão confortáveis, porém, esta oferta já se mostra mais ajustada.
A cotação do boi gordo está estável na comparação diária. A oferta boa, com boiadas provenientes principalmente dos confinamentos, tem permitido escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Esse equilíbrio entre oferta e procura justifica a estabilidade dos preços. Com relação ao escoamento da carne, o desempenho melhorou.
Uma parte da ponta compradora encontra-se fora do mercado, ainda aguardando os resultados das vendas de carne no fim de semana para definirem preços. A parte ativa está com ofertas de compra que permanecem dentro das referências.
Na última semana, as escalas de abate das indústrias paulistas começaram a encurtar.
Após alta para os preços do boi ontem, hoje o mercado esteve estável, assim como para a cotação da novilha gorda. Já para a cotação da vaca gorda, houve alta de R$2,00/@.
O escoamento da carne ainda não está dentro do esperado, mas a chegada do quinto dia útil do mês pode impulsionar as vendas. Além disso, parte das indústrias tem ofertado mais pela arroba para conseguir completar suas escalas de abate.
O cenário é de redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
O mercado está dividido em dois cenários. As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalham com escalas mais alongadas. Algumas delas optaram por ficar fora das compras nesta manhã, enquanto as que atuaram mantiveram os preços nos mesmos patamares de ontem, mesmo com a menor oferta de bovinos hoje e ao longo da semana.
A cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta boa de boiadas permite a escala de abate tranquila.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios nesta terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
O mercado abriu esta segunda-feira com poucos negócios. Algumas indústrias ainda estão decidindo como serão as ofertas de compra com base nas vendas do fim de semana, enquanto outras estão fora do mercado.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação diária. A oferta de boiadas está contida e as escalas de abates começaram a encurtar, justificando essa estabilidade.
O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não está comprando, o que manteve as cotações estáveis.
Apesar de boa parte da ponta compradora estar fora das compras, o cenário é de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já retomaram os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ para todas as categorias.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias estão fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
Ao longo da segunda semana de setembro, as cotações do boi gordo, da novilha e do “boi China” registraram quedas, fundamentadas por uma oferta de bovinos confortável, que atendeu à demanda com tranquilidade, permitindo que parte dos compradores alongasse suas escalas.
A oferta de bovinos para abate está confortável e parte dos compradores relataram escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Cenário que desacelerou as negociações, com compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continua bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta, com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável. Somando a isso, o escoamento de carne melhorou, mas não sendo suficiente para sustentar o mercado.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
A maior oferta de bovinos permitiu o alongamento das escalas. No entanto, o mercado está sustentado por conta da demanda que está firme.
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
A semana começou com o mercado pouco ofertado e com poucos negócios. Vendedores e compradores aguardam o início do mês para avaliar o comportamento da demanda pela carne bovina e definir os próximos passos.
Após a alta de R$2,00/@ nas cotações do boi gordo e do “boi China” registradas ontem (27/8), o mercado iniciou o dia de hoje com estabilidade para todas as categorias.
A cotação do boi gordo e do boi China subiu R$2,00/@.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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