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Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
A quarta-feira começa com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo, na comparação feita dia a dia. A cotação das demais categorias não mudou. A oferta de bovinos atende à demanda dos frigoríficos, sem excedentes. O escoamento da carne bovina está firme para o mercado interno e para a exportação, o que sustenta as cotações.
Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta está ainda mais, por conta do final do ano. Uma parte da indústria está em férias coletivas, a outra está fora das compras e os que estão efetivamente adquirindo boiadas, estão em um ritmo bem lento, quase sem negócios nesta manhã.
A sexta-feira, tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação está firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
Como é típico para o último dia da semana, o ritmo de negócios está lento. Esse movimento é reforçado por parte dos negociantes estar fora das compras, em função das festividades das próximas semanas.
Grande parte das indústrias já está com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas já começaram as escalas de janeiro. A média está para 13 dias. Além disso, há uma parte dos compradores em férias coletivas para manutenção.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
As ofertas atendem à procura, e o escoamento da carne está firme, o que mantém o mercado equilibrado.
As ofertas aumentaram e as vendas de carne estão indo bem, o que mantém o mercado equilibrado.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas tem atendido à demanda.
Parte dos compradores Parte dos compradores está com as escalas para o começo da segunda semana de janeiro, considerando as férias coletivas. As escalas atendem, em média, a 11 dias.
O mercado está estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo está firme. A oferta de boiadas tem atendido à demanda, mas sem excedentes.
Uma parte dos compradores está com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testam preços menores, mas sem negócios concretizados.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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