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Apesar da menor necessidade de compra imediata por parte dos frigoríficos, em parte devido às programações fechadas no fim do ano passado, o mercado esteve firme.
A semana começou com poucos negócios. Ainda assim, os frigoríficos que abriram compras observaram um aumento na oferta em relação ao final do ano, o que deu espaço para ofertas de compra abaixo da referência para o boi gordo.
Medida antecipa anúncio previsto para o final de janeiro, fixa cotas por país e aplica tarifa extra sobre volumes excedentes até 2028.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Se segunda-feira tipicamente já é um dia moroso no mercado do boi gordo, esta está ainda mais, por conta do final do ano. Uma parte da indústria está em férias coletivas, a outra está fora das compras e os que estão efetivamente adquirindo boiadas, estão em um ritmo bem lento, quase sem negócios nesta manhã.
A sexta-feira, tipicamente marcada por maior lentidão nas negociações envolvendo gado gordo, teve seu quadro de morosidade intensificado pela comemoração do Natal.
O mercado está desacelerado em função dos feriados de fim de ano, com parte das indústrias fora das compras e escalas de abate para o início de 2026. Ao mesmo tempo, as vendas de carne seguem boas e a oferta de boiada permanece reduzida.
O mercado abriu a semana com poucos negócios. A cotação está firme, com o preço de referência sendo o mesmo da última semana.
Como é típico para o último dia da semana, o ritmo de negócios está lento. Esse movimento é reforçado por parte dos negociantes estar fora das compras, em função das festividades das próximas semanas.
Grande parte das indústrias já está com as escalas de dezembro preenchidas, e muitas já começaram as escalas de janeiro. A média está para 13 dias. Além disso, há uma parte dos compradores em férias coletivas para manutenção.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
As ofertas atendem à procura, e o escoamento da carne está firme, o que mantém o mercado equilibrado.
As ofertas atenderam à procura, e o escoamento da carne manteve-se firme, o que manteve o mercado em equilíbrio.
As ofertas aumentaram e as vendas de carne estão indo bem, o que mantém o mercado equilibrado.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas tem atendido à demanda.
Após o ajuste de preços de ontem, o mercado abriu estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. As escalas atendem, em média, a dez dias. A oferta de boiadas atende à demanda.
Parte dos compradores estava com as escalas programadas para o início da segunda semana de janeiro, em função das férias coletivas. As escalas atenderam, em média, a 11 dias.
Parte dos compradores Parte dos compradores está com as escalas para o começo da segunda semana de janeiro, considerando as férias coletivas. As escalas atendem, em média, a 11 dias.
O mercado está estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo está firme. A oferta de boiadas tem atendido à demanda, mas sem excedentes.
O mercado estava estável, sem mudanças nas cotações na comparação feita dia a dia. O escoamento para o mercado interno e externo estava firme.
Uma parte dos compradores está com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testam preços menores, mas sem negócios concretizados.
A semana começou com poucos negócios. No entanto, houve melhora nas ofertas e o ritmo de escoamento da carne está bom, típico deste período.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou.
Em 2025, estimativa é de aumento de 11,9% no número de animais sob engorda intensiva, segundo pesquisa Confina Brasil.
A alta registrada ontem encerrou o maior período de estabilidade dos preços para o boi gordo no ano. Foram 28 dias sem alterações, mais do que o dobro frente aos três maiores últimos períodos de manutenção nos preços no ano, que ocorreram em janeiro, março e junho, com 13 dias cada.
O mercado abre a quarta-feira com alta de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”. Para a vaca e a novilha, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
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