1604 resultado(s) encontrado(s)!
Oferta confortável e demanda lenta pressionaram o mercado.
O mercado iniciou esta terça-feira com poucos negócios. Uma parcela relevante dos frigoríficos está fora das compras, avaliando como irá se posicionar no mercado.
A semana começou com poucos negócios. Boa parte dos compradores ainda não abriu as ofertas, aguardando o desempenho do mercado atacadista no final de semana, e parte deles está com escalas confortáveis e sem urgência, aguardando oportunidades.
Oferta mais robusta e demanda enfraquecida pressionaram as cotações em São Paulo, enquanto frigoríficos alongados nas escalas reduziram o ritmo das compras.
Oferta ajustada, escalas confortáveis e cautela da indústria mantêm pressão sobre o mercado do boi gordo.
Oferta confortável de bovinos e menor demanda de compra dos frigoríficos pressionaram as cotações em São Paulo, com recuo de R$3,00/@ para o boi gordo e o “boi China” e de R$2,00/@ para as fêmeas.
Oferta crescente e escalas confortáveis mantêm pressão sobre o mercado, mesmo com melhora no consumo e exportações aquecidas.
A melhora na oferta e o alongamento das escalas pressionaram as cotações.
Com oferta maior e escalas de abate mais alongadas, as cotações da vaca e da novilha caíram em São Paulo, enquanto boi gordo e “boi China” permaneceram estáveis.
Após as quedas das cotações ontem (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia.
Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ da vaca e de R$3,00/@ do “boi China”. A cotação do boi gordo e a da novilha não mudou em relação a ontem. Frigoríficos com escalas de abate com mais dias reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações.
Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estão sem força. Parte da indústria frigorífica não está ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estão nada mudaram em relação a ontem. O boi gordo está cotado em R$355,00/@, a vaca em R$330,00/@ e a novilha em R$340,00/@.
Escalas alongadas e consumo lento enfraquecem as negociações, com mercado dependente da retomada das vendas de carne.
Com o aumento da oferta, as escalas melhoraram. Com isso, as cotações do boi gordo e da novilha caíram. A cotação das demais categorias não mudou.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Oferta segue aumentando, embora sem excessos e o cenário continua mais cômodo para a ponta compradora.
Oferta maior e escalas mais confortáveis mantiveram o mercado pressionado, com recuos nas cotações e maior poder de negociação dos compradores.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores.
“Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores”.
A semana iniciou com menor ritmo de negociação.
O mercado do boi gordo registrou ajuste após semanas de alta. Em São Paulo, a arroba recuou R$2,00 para o boi comum e para o “boi China”.
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
Receba nossos relatórios diários e gratuitos