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Em São Paulo, as cotações das três categorias de bovinos destinados ao abate caíram. Nas praças paulistas, o boi gordo foi negociado em R$266,00/@, preço bruto e à vista, recuo de R$4,00/@ ou retração
O viés baixista sentido ontem, ficou evidenciado hoje, com a cotação da arroba do boi gordo em queda em 28 das 32 praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria.
Apesar da baixa demanda, tanto no mercado interno como no mercado externo, a oferta limitada mantém as cotações estáveis dos preços do couro.
Preços estáveis.
A reclamação do pecuarista tem razão de ser e fica bastante evidente ao se analisar o ágio dos preços do bezerro sobre o boi gordo.
A pouca disponibilidade de gado gordo reduziu a pressão baixista sobre os preços da arroba por parte das indústrias.
A escalada de preços já começou em praticamente todos os estados do Brasil, porém, sem conseguir trazer mais oferta para o mercado nos preços novos.
Vale a ressalva que a lentidão de negócios em função do cenário pressionado e incerto no boi gordo é a tônica geral do mercado de reposição neste momento.
Câmbio colaborou para amenizar o cenário incerto relacionado ao coronavirus, no que diz respeito ao milho e boi gordo.
Em um ano, bezerro de ano e desmama subiu 30,0%.
Para o pecuarista, sem nenhum sinal de alívio na pressão de custos no horizonte, fica difícil para a indústria ter sucesso na tentativa de impor pressão baixista no mercado de boi durante a safra.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a referência da arroba do boi gordo na praça paulista caiu 0,5%, ou R$1,00, na comparação feita dia a dia, e está em R$191,00, à vista, bruto, R$190,50, com d
Além das duas praças de São Paulo, a cotação do boi gordo caiu em outras sete praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria. Considerando a média das 32 regiões pesquisadas, a cotação da arroba c
Se os dados de exportação vieram tão fortes, então por que a reclamação sobre a ausência da China no mercado atual?
A referência para a arroba na praça paulista caiu pelo quinto dia consecutivo e fechou a semana cotada em R$194,00, à vista, bruto, R$193,50/@, com desconto do Senar, e R$191,00/@ com desconto do Funr
É impossível definir de antemão qual será o novo patamar de preços vigente em 2020, porém é seguro afirmar que ele será significativamente acima dos que tivemos no início de 2019.
Agora, com a maior briga por animais, a boa e velha oferta x demanda tenderá a fazer esse cenário se inverter, proporcionando maiores ganhos aos pecuaristas
A liberação de plantas para exportação de carne bovina à China tem sido sentida no mercado futuro do boi gordo.
Em São Paulo os preços se mantiveram estáveis por mais um dia, as referências para arroba já acumulam quatro dias de estabilidade.
As previsões até o momento apontam que essa frente será a maior dos últimos anos.
Se a realidade do físico é de estabilidade no curto prazo, o mesmo não se pode dizer do mercado futuro, que trabalhou em ambiente muito firme desde o início da semana.
O maior custo do confinamento não é a alimentação, mas sim o boi magro e esse item é o que tem mais atrapalhado nas contas.
A indústria tem tentado recuar preços, porém a boa condição das pastagens permite ao pecuarista permanecer duro na negociação.
Caso a alta esperada em março se confirme, o custo (dos seguros de preços) pode cair ainda mais, abrindo excelentes alternativas para este final de safra.
A resistência por elevar as ofertas de compra ainda é bastante grande por parte das indústrias, mas, aos poucos a realidade vai se impondo e os preços têm trabalhado em alta no Brasil inteiro.
Ritmo relativamente lento no mercado do boi gordo. No fechamento de hoje foram observadas mais valorizações para arroba do que desvalorizações, contudo, os volumes não foram suficientes para definir u
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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