23117 resultado(s) encontrado(s)!
A tarde da última quinta-feira (24/7) foi marcada por um volume considerável de negócios e, com isso, os frigoríficos paulistas conseguiram alongar as escalas de abate, que atentem em média cinco dias
As altas da semana foram puxadas pelos machos. Considerando a média de todas as categorias, a valorização foi de 0,5%, frente a 0,3% da média das categorias das fêmeas aneloradas.
O volume embarcado diariamente cresceu 47,1% na comparação com a média diária de julho do ano passado.
Essa tem tudo para continuar
Mais uma semana de valorizações.
Diferentemente da semana passada, o reajuste maior foi no dianteiro.
Em jul/19, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,81 bezerro de ano, atualmente compra-se 1,58. Piora 12,7% no poder de compra do recriador/invernista.
Oferta comedida.
Com as escalas de abate estagnadas em três dias, em média, o ritmo da compra de gado gordo segue compassado.
Em julho de 2019, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,43 boi magro, atualmente compra-se 1,35.
Os preços do leite ganharam força a partir de maio.
Na comparação até a segunda semana, o aumento diário foi em média 11,1%, chegando ao volume de 7,34 mil toneladas. Frente ao mesmo período do ano passado, o volume diário exportado aumentou 26,7%.
Em ritmo cadenciado nas compras e com pouca oferta de boiadas, as indústrias trabalham com as escalas de abate apertadas e atentas ao consumo de carne bovina.
Mercado do sebo em alta.
O preço médio em São Paulo ficou em R$1.792,13 por tonelada, sem o frete, na primeira quinzena de julho, alta de 1,9% em relação ao fechamento do mês anterior.
Em sete dias as cotações registraram alta de R$13,00/@ (+13,4%) nas granjas e de R$0,60/kg (+7,3%) no atacado.
A reclamação do pecuarista tem razão de ser e fica bastante evidente ao se analisar o ágio dos preços do bezerro sobre o boi gordo.
O aumento, ainda que tímido, foi puxado pelos cortes do traseiro, que apresentaram alta de 0,4% frente à valorização de 0,2% registrada nos cortes do dianteiro.
No balanço semanal, na média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 3,7%.
Nas granjas paulistas, o quilo do frango vivo está cotado em R$3,70, alta de R$0,10 ou 2,8% na comparação semanal e de 12,1% em relação a igual período do ano passado.
Considerando todos os produtos monitorados pela Scot Consultoria houve alta de 0,8% na quinzena. O destaque foi para o leite em pó que teve valorização de 4,0% nessa comparação.
Sem grande oferta de boiadas, as indústrias seguem com dificuldades para compor as escalas.
Em janeiro/20, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,45 boi magro, atualmente compra-se 1,50.
A importância de melhorar a qualidade de dados obtidos na hora da pesagem de animais na pecuária de corte.
A escassez de animais para abate refletiu em alta na cotação da vaca gorda e novilha gorda, que ficaram cotadas em R$200,00/@ e R$210,00/@, respectivamente, bruto e à vista, segundo levantamento da Sc
Na média de todos os estados monitorados, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 1,5% nos preços dos animais de reposição na segunda semana de julho, na comparação semanal.
Câmbio e menor oferta do lado vendedor têm dado sustentação aos preços no mercado interno, mas avanço da colheita limita as altas.
Sem alongar as escalas de abate, que atendem em média três dias, a cotação do boi gordo permaneceu firme em R$218,00/@, bruto e à vista, R$217,50/@, livre de Senar, e em R$214,50/@, descontado o Senar
Entrevista com o zootecnista e coordenador da inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri
Estadão
Bezerro em alta: oportunidade de compra acaba em agosto?
Receba nossos relatórios diários e gratuitos