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Até a quarta semana de outubro foram exportadas 130,60 mil toneladas do produto, um aumento de 5,3% na média diária na comparação com outubro de 2019, volume recorde (Secex).
Embora o consumo comedido no mercado interno, a disponibilidade limitada de boiadas e as programações de abate enxutas, deixam pouco espaço para preços abaixo da referência.
Já o preço do boi gordo destinado ao mercado interno ficou estável na última segunda-feira (26/10) na comparação ao fechamento da última sexta-feira (23/10), em R$268,00/@, preço bruto e à vista.
O ritmo de negócios foi menor, cenário típico de sexta-feira. A oferta de boiadas está limitada, o que mantém a expectativa de cotações firmes na próxima semana.
O destaque vai para a ponta de agulha que subiu 5,5% na semana passada. O quilo ficou cotado em R$14,50/kg, segundo levantamento da Scot Consultoria.
A carne bovina no Brasil é predominantemente produzida em pasto, sistema barato e eficiente quando bem manejado. Porém um dos problemas enfrentados nesse ambiente é a estacionalidade na produção das p
O pequeno volume de boiadas ofertadas continua sendo o fator para que negócios com preços maiores aconteçam.
O mercado do boi gordo está comprador. Os frigoríficos abriram as compras com ofertas sempre maiores que as do dia anterior.
Em São Paulo, o pequeno volume de animais ofertados foi o fator que estimulou negócios em até R$270,00/@, preço bruto e à vista no boi padrão China.
Considerando a praça de São Paulo, desde o início do mês a arroba do boi gordo valorizou R$10,00 ou 3,9%, na entrada do decêndio final do mês, o cenário é de preços firmes, com a oferta de boiada rest
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a arroba do boi gordo ficou cotada em R$265,00/@, considerando preço bruto e à vista, R$264,50/@, com desconto do Senar e R$261,00/@ com desconto do Senar e F
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
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