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Variação em porcentagem da cotação da arroba do boi gordo nas praças pecuárias brasileiras ao longo de fevereiro de 2026.
Volumes elevados predominarão no Norte e avançarão pelo Nordeste, enquanto o Sul manterá chuvas mais moderadas.
Na comparação feita dia a dia a cotação parou de subir e ficou estável. O mercado deu um tempo. O boi gordo está cotado em R$350,00/@, a vaca em R$325,00/@ e a novilha em R$335,00/@.
Na comparação feita dia a dia a cotação parou de subir e ficou estável.
Em São Paulo, a semana começou com os negócios em ritmo mais lento em parte do mercado, com alguns frigoríficos fora das compras. Mas, entre aqueles que estão ativos, as ordens de compra foram maiores, com alta de R$5,00/@ para vaca, R$3,00/@ para a novilha e R$2,00/@ para o “boi China”.
Em São Paulo, a semana começou com os negócios em ritmo mais lento em parte do mercado, com alguns frigoríficos fora das compras.
Volumes seguem elevados no Norte e em parte do Centro-Oeste, enquanto o Sul e a faixa Leste do Nordeste devem registrar os menores acumulados no período.
Mapa pluviométrico evidência contraste regional, com Norte e Matopiba favorecidos e Sul em situação de atenção.
Após o <em>rally</em> de alta e um mercado firme em 2025, o clima favorável e a apreciação do real pressionaram a cotação.
Para a segunda semana de fevereiro, os volumes de chuva tendem a se manter favoráveis na maior parte do país, porém alguns estados ainda devem registrar acumulados abaixo do padrão climatológico.
Após as altas de R$1,00/@ para o boi gordo e de R$2,00/@ para as fêmeas e o “boi China”, ontem (2/2), primeiro dia útil de fevereiro - nesta terça-feira os preços não mudaram.
Fevereiro mantém padrão climático recente, com calor persistente e chuvas desiguais.
Distribuição das chuvas segue desigual no fim de janeiro, com destaque para volumes mais elevados no Centro-Norte e restrição hídrica no Sul.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Apesar da ocorrência de precipitações, o padrão segue aquém da média histórica em várias regiões produtoras.
Apesar da expansão da área cultivada impulsionar a safra, secas no Centro-Sul reduziram o rendimento por hectare. A análise bromatológica mostra a competitividade do grão como alternativa ao milho.
Mapas indicam chuvas presentes em todas as regiões do país, porém com anomalias negativas predominando.
Como é típico para uma sexta-feira, poucos negócios foram fechados. Frigoríficos com escalas mais confortáveis estão menos ativos, atuando apenas em oportunidades pontuais, enquanto aqueles que estão no mercado negociam nos preços vigentes.
Nesta semana, as ofertas estiveram mais abundantes, o que permitiu que alguns frigoríficos avançassem com as escalas e, com um bom escoamento de carne, os preços ficaram estáveis.
Mais do que bem-estar animal, lona de sombreamento é um insumo estratégico para ter eficiência hídrica, desempenho zootécnico e sustentabilidade nos confinamentos.
Com preços firmes e menor oferta, o confinador precisou ampliar o raio de originação de gado para garantir a reposição em 2025.
No último dia útil do ano a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” caiu R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação feita dia a dia.
No último dia útil do ano, a cotação do boi gordo caiu R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$3,00/@. Para as fêmeas, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média no Norte, Centro-Oeste e Sul, em contraste com cenário mais seco no Nordeste e volumes abaixo da média no Sudeste.
O pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste e especialista em nutrição animal, Sergio Raposo de Medeiros, completa uma década contribuindo com informação de qualidade em artigos completos à Scot Consultoria.
O mercado abre a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permanecem estáveis na comparação diária. A baixa se explica por escalas de abate mais confortáveis em parte dos frigoríficos. No entanto, o movimento não sinaliza uma tendência de baixa, mas um ajuste pontual.
O mercado abriu a quarta-feira com queda de R$2,00/@ para a cotação da novilha. Para as demais categorias, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária.
Entrevista com o zootecnista, Emanuel Oliveira
Canal Rural
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