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O mercado abriu a quarta-feira sem alterações nas cotações. A oferta restrita se mantém. Os embarques de carne bovina para a China ganharam força, o que reforça a demanda e contribui para a firmeza das cotações.
Após três dias consecutivos de queda, o mercado abriu esta quinta-feira com cotações estáveis para todas as categorias. O ambiente de negócios segue com divergências entre vendedores e compradores, mas está mais próximo de um ponto de equilíbrio.
Menor oferta de fêmeas sustentou a cotação da vaca.
Compras limitadas a necessidade imediata sustentaram as cotações, com alta na cotação do boi gordo e das fêmeas.
Mercado paulista abriu com queda de R$2,00/@ para o boi gordo e o “boi China”, pressionado pela maior oferta de carne e pelo escoamento interno lento.
A cotação não mudou. Há frigoríficos está fora das compras, pois se abasteceram para a semana e aguardam os resultados das vendas de carne bovina para se reposicionar.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ do boi gordo, do “boi China” e da novilha. A cotação da vaca não mudou em relação a ontem (19/5).
Oferta ajustada, escalas confortáveis e cautela da indústria mantêm pressão sobre o mercado do boi gordo.
A oferta mais equilibrada tirou parte da pressão de compra em São Paulo, mas não foi suficiente para alterar os preços de referência.
Mercado mantém firmeza após altas, com negociações mais cadenciadas e escalas de abate ao redor de oito dias.
O mercado iniciou o dia com poucos negócios, algo típico para segunda-feira. Nesse contexto, na comparação com a última sexta-feira (20/3), as cotações ficaram estáveis.
O mercado abriu estável para todas as categorias. A oferta de boiadas voltou a diminuir ontem e, algumas indústrias, para completar as escalas de abate da semana que vem, melhoraram as ofertas.
O mercado abriu com a cotação da arroba do boi gordo e do “boi China” R$3,00 mais alta. A cotação da novilha subiu R$5,00/@.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Uma parte dos compradores está com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testam preços menores, mas sem negócios concretizados.
O dia abriu com as cotações estáveis para todas as categorias – já são 14 dias sem alterações nos preços para os machos e para a novilha, e oito dias para a vaca.
A oferta de boiadas está enxuta e os frigoríficos têm tido dificuldade para compor as escalas de abate. Indústrias que não têm acordos com confinamentos para a entrega de boiadas têm tido que pagar mais pela arroba.
Em parte do estado há boa oferta de boiadas, provenientes principalmente de confinamentos. As escalas de abate estão confortáveis, porém, esta oferta já se mostra mais ajustada.
O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta, com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável. Somando a isso, o escoamento de carne melhorou, mas não sendo suficiente para sustentar o mercado.
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