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Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
O Encontro do Confinamento e Recriadores superou todas as expectativas! Com um público recorde de 1.366 participantes, o evento se consolida como um dos maiores encontros do setor.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina in natura – o maior volume para um mês de março na nossa história – volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
As commodities, o dólar e a safra (entende-se, a produção agrícola), desempenham papéis importantes no agronegócio brasileiro e na própria economia do país. O agronegócio brasileiro é sensível a esses três fatores, e o equilíbrio entre eles define a saúde econômica do setor.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina in natura - o maior volume para um mês de março na nossa história - volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Início de abril deve trazer uma movimentação positiva por parte da demanda interna, com o recebimento dos salários, e a demanda externa deve seguir a tendência de recorde que se viu em março.
Estar atento aos sinais de mudança do ciclo pecuário, como os índices reprodutivos, é importante para decisões estratégicas em longo prazo.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
No Brasil, exportações recordes são esperadas, no entanto, o cenário internacional desenha preços não muito atraentes.
Após uma recuperação em fevereiro, o mercado de suínos apresentou acomodação nos preços em março, mesmo durante a primeira quinzena do mês, um período tradicionalmente mais aquecido para a demanda. Segundo Juliana Pila, analista de mercado da Scot Consultoria, a oferta elevada e o consumo interno enfraquecido impactaram as cotações, resultando em uma retração de aproximadamente 7,0%, tanto nas granjas quanto no mercado atacadista de São Paulo.
Menor oferta, demanda firme e dúvidas quanto à safra 2024/25 sustentaram o mercado da pluma e, consequentemente, dos coprodutos.
Desempenho do abate de bovinos nos últimos 25 anos. A participação das fêmeas no abate foi recorde em 2024.
O mercado iniciou estável em relação a ontem.
Estoques apertados nos países produtores e demanda aquecida resultou em preços firmes.
O Brasil é o maior exportador e o segundo maior produtor de carne bovina.
Mercado do boi gordo fecha a primeira quinzena de março com preços pressionados, mas notícias relacionadas a China e EUA movimentam os preços futuros. A exportação segue como um importante canal de escoamento da produção registrando recordes. Como esses fatores podem impactar o mercado no curto prazo?
O Brasil exportou 190,4 mil toneladas de carne bovina in natura em fevereiro de 2025, maior volume da história para este mês. A suspensão da exportação de três plantas frigoríficas brasileiras pela China impactará o desempenho este ano?
A agropecuária é um dos pilares da economia brasileira, e apesar dos desafios, é um setor que continua a crescer.
O mercado do boi gordo enfrenta pressão baixista devido à boa oferta de bovinos, principalmente de fêmeas, e ao consumo doméstico abaixo do esperado. Em São Paulo, a arroba recuou para R$315,00, enquanto o "boi China" mantém preços superiores. Apesar do cenário interno morno, as exportações seguem firmes, com expectativa de novo recorde para a China.
Em meio a um ano de recordes no abate de bovinos, que já soma quase 40 milhões de cabeças, o mercado do boi gordo segue com ajustes. A arroba em São Paulo está entre R$ 315 e R$ 320, mas o mercado futuro aponta para valores abaixo dos R$ 300 nos próximos meses.
O número de contratos futuros do boi gordo em aberto subiu pela segunda semana consecutiva em fevereiro.
O preço da caixa de ovos em São Paulo atingiu recorde, em valores nominais. Na parcial de fevereiro, a valorização foi de 58,5% em relação à média de janeiro.
Até 18 de fevereiro, segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço da caixa com trinta dúzias em São Paulo, atingiu recorde nominal. No acumulado de fevereiro, o preço subiu 24,6% nas granjas, com a caixa cotada em R$212,50, e 24,0% no atacado, com a caixa cotada em R$217,00. O que explica o forte aumento?
A pressão negativa no mercado futuro do boi gordo está incentivando os pecuaristas a buscar maior proteção de preço.
A tendência para 2025 é de alta nos preços de todos os fertilizantes, impulsionada por demanda forte e incertezas sobre a exportação chinesa.
Em SP, as escalas de abate atendem, em média, oito dias.
O que, e quanto o Brasil exporta para o Sudeste da Ásia.
Apesar da expectativa de uma safra recorde em 2024/25, o estoque de passagem da soja em grão no Brasil deverá seguir baixo.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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