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O serviço sanitário da Rússia (Rosselkhoznadzor) autorizou no dia 9/4 as importações de carne suína de um frigorífico da Pamplona.
O possível rompimento comercial entre a Rússia e os Estados Unidos pode beneficiar as exportações de carne bovina mato-grossense.
De acordo com o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), Valdecir Folador, já é possível sentir os primeiros efeitos da crise envolvendo a Rússia e Ucrânia.
O Porto de Belem começará a exporta carne congelada, com destino a Rússia a primeira carga será de 26 toneladas.
Dois frigoríficos no Paraná tiveram a liberação para exportar carne para o mercado russo, aumentado funcionários e estabilidade dos frigoríficos.
Estabelecimentos do Paraná estão autorizados comercializar carne bovina para a Rússia.
O Brasil exportou 34.868 toneladas de carne suína em janeiro, uma queda de 13,09% em relação ao mesmo período de 2013.
As exportações de carne suína brasileiro caíram 13,0% em janeiro comparado com mesmo período do ano passado, devido a queda dos negócios realizados com a Ucrânia neste primeiro mês de 2014.
Até meados de fevereiro a Rosselkhoznadzor (Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária) pode decidir restabelecer na Rússia o fornecimento de carne suína do Brasil.
A Rússia já soma 17,02 milhões de toneladas de grãos exportados, alta de 31,6% em relação ao mesmo período no ano passado, a quebra da safra 2012/2013 foi devido a grande estiagem.
A China realizou um ensaio em voo de um veículo hipersônico lançador de mísseis capaz de penetrar qualquer sistema de defesa com ogivas nucleares, de acordo com o Pentágono.
Com a previsão da produção de beterraba diminuída e com uma área de beterraba 20,0% menor em relação a safra passada, a Rússia terá que importar açúcar e cerca de 80,0% das importações virão do Brasil
Segundo a ABIEPECS as exportações de carne suína brasileira, recuaram 11,0% em 2013, sendo os principais destinos Rússia, Hong Kong e Ucrânia.
Com aumento de 21,0% de exportações de grãos em relação ao período do ano comercial de 2012/2013 e 25/12 as exportações da Rússia atuais totalizaram 15,7 milhões de toneladas
O serviço sanitário russo (Rosselkhoznadzor) colocou nesta quinta-feira (19/12) dois frigoríficos brasileiros em controle reforçado. Um deles, de carne suína, pertence à BRF.
Mato Grosso deverá bater recorde de exportação de carne bovina in natura exportando US$1,0 bilhão até o final de 2013, sendo os principais mercados a Venezuela e Rússia.
Rússia eleva para 95 milhões de toneladas a meta para safra de grãos em 2014, apesar de uma menor área plantada e plantio tardio
ABIPECS prevê crescimento de 15,7% das exportações suínas em 2014, devido à demanda externa aquecida, e crescimento de 1,0% na produção, com 3,5 milhões de toneladas.
O serviço sanitário russo autorizou dois frigoríficos de aves brasileiros a exportarem para o país. No fim de novembro, quatro plantas foram embargadas.
Depois de mais de dois anos sem poder exportar carne suína, os gaúchos finalmente receberam o sinal verde para retomar o mercado.
Após meses sem autorizações, três frigoríficos de carne suína foram habilitados a exportar para a Rússia.
Para atingir o novo recorde das exportações em outubro, a ampliação dos negócios com a Venezuela, Hong Kong e Rússia foi decisiva.
Entre as unidades liberadas, estão uma planta da JBS, uma da Marfrig e uma do Mataboi. A Rússia é a segunda maior importadora da carne bovina do Brasil, atrás de Hong Kong.
As exportações brasileiras de carne bovina (in natura, industrializada, miúdos e tripas) em outubro somaram 147,0 mil toneladas, o melhor desempenho da história.
Vendas de carne para Hong King aumentam 71,4%, tornando o maior importador da carne brasileira, sendo esse provável caminho de entrada da carne para o resto da China.
Foram produzidas 33 mil toneladas de soja na colheita de 2013 em Roraima, e cerca de 90% da produção foi vendida para uma empresa russa.
Após um longo programa de apoio estatal para a modernização da produção de carnes, a Rússia quer encurtar o percentual de importação em relação à produção interna.
UBABEF afirma que o setor avícola esta pronta para receber missão sanitária russa, para verificar o atendimento de exigências sanitárias, e evitar embargos de carne avícola brasileira para a Rússia.
Anunciada na sexta-feira (11), a decisão da Rússia de liberar as exportações de seis frigoríficos de carne bovina do Brasil deve neutralizar os impactos do embargo imposto pelos russos a outros nove f
A decisão dos russos de liberar mais unidades do Brasil é um indicativo de que o veto a outros nove frigoríficos, iniciado em 2 de julho, não teve motivação comercial, como costumeiramente se alega em
Entrevista com o fundador da Estância Bahia, Maurício Tonhá
Portal do Agronegócio
Carne bovina entra em ciclo de valorização com demanda global aquecida e oferta restrita
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