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China, Estados Unidos, Países Baixos, Rússia e Alemanha foram os cinco países que mais importaram produtos agropecuários brasileiros, entre janeiro e dezembro de 2014.
A Rússia poderá avaliar um embargo completo às exportações de grãos se as restrições informais ao comércio já existentes não obtiverem o resultado econômico esperado.
Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prevê crescimento de quase 3,0% nos embarques de carne suína, o que corresponderia a 520,0 mil toneladas.
Segundo dados do Aliceweb, do MDIC, dos US$5,24 bilhões vendidos em produtos para o mercado internacional no ano passado, US$1,48 bilhão, o equivalente a 28,2%, foram para o país asiático.
A oferta de pluma de algodão deverá ser 9,2% menor no ciclo 2014/15 em relação a safra anterior. A retração é decorrente a perspectiva de uma produção 12,0% menor.
O governo russo decidiu taxar as exportações de grãos para atenuar a escalada dos preços desses produtos no mercado interno
A Rússia, por ser um importante player no mercado mundial de carnes tem implicações importantes para a pecuária do Brasil.
Devido ao inverno rigoroso russo, os portos estão congelados, atrapalhando as exportações brasileiras de carne.
Rússia, Venezuela e Irã estão entre os cinco maiores compradore de carne bovina brasileira.
Para substituir os produtos fornecidos pelos americanos, principalmente a carne, a Rússia foi buscar alternativa no Brasil e na América do Sul.
A China é a principal cliente da soja em grãos de Mato Grosso, enquanto Venezuela, Rússia e Hong Kong são os maiores compradores da carne bovina do estado.
Vai ser um problema muito maior para o governo se a situação se tornar tensa nos corredores dos supermercados, em relação aos preços e disponibilidade de produtos nas prateleiras.
A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) projetou na terça-feira (9/12) que as exportações brasileiras de carne suína devem terminar o ano com 505,0 mil toneladas embarcadas.
Rússia implementa restrições temporárias às importações de carne de aves e produtos avícolas provenientes dos Estados Unidos por causa de "resíduos nocivos".
Quaisquer restrições às exportações de produção agrícola são prejudiciais para a economia de qualquer país, incluindo a Rússia.
Os negócios com café com a Rússia registraram, entre janeiro e outubro, aumento de 10,0% em comparação com mesmo período de 2013.
Mesmo com um mercado instável, o Brasil deve conquistar um lugar cativo nas exportações para a Rússia após a recente abertura.
A demanda global por café provavelmente crescerá 2,5% ao ano até o final da década, impulsionada pela forte expansão do apetite em mercados como China e Rússia.
Depois de entusiasmar os principais frigoríficos brasileiros com a autorização, em agosto, para que mais de 80 estabelecimentos exportadores do Brasil também pudessem acessar seu mercado, a Rússia ent
O principal destino da carne bovina brasileira no mês passado foi a Rússia, que importou 36,8 mil toneladas, 5,0% a mais que o mês de setembro.
Queda nos preços da soja e do milho, oferta mundial reduzida e os embargos da Rússia aos Estados Unidos alavancaram a suinocultura em Minas Gerais.
Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, entre janeiro e setembro, o Brasil faturou US$5,30 bilhões, aumento de 10,0% na comparação com 2013
Alta do dólar e compras da Rússia foram os principais destaques para aumento das exportações de aves.
Preço do leite em pó cai 9,2% no mercado internacional.
Segundo dados do Serviço de Inspeção Federal do ministério, 20 plantas de carnes suína e de aves, ainda esperam o sinal verde para exportar para a Rússia.
Levantamento da ABPA mostra que a Rússia ocupa a primeira posição no acumulado do ano em exportações.
As exportações de grãos da Rússia cresceram no primeiro trimestre do atual ano comercial 2014/15 em relação ao mesmo período do ano passado.
Ainda que as estatísticas oficiais não revelem, o aumento da demanda da Rússia já sustenta os preços das carnes brasileiras, principalmente de aves e suínos.
A Rússia já gastou US$2,30 bilhões com compras de produtos do agronegócio brasileiro de janeiro a agosto deste ano.
Russos aguardam que o Ministério da Agricultura emita certificações de exportação para que as empresas brasileiras comecem os embarques.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
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