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O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não está comprando, o que manteve as cotações estáveis.
Apesar de boa parte da ponta compradora estar fora das compras, o cenário é de mercado frouxo. Com o mercado bem ofertado, as escalas de abate confortáveis e escoamento de carne fraco, os frigoríficos que já retomaram os negócios iniciaram a semana oferecendo menos pela arroba do “boi China”. Para as demais categorias, as cotações não mudaram.
Ágio da desmama alcança maior nível desde dezembro de 2022.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
O ritmo lento das vendas acompanha a sazonalidade dos meses; ainda assim, os preços mantêm ajustes positivos.
Vendas fracas em setembro pressionam os preços.
Mercado ganha fôlego com a oferta e a demanda ajustadas.
Após alta no início de setembro, preços cedem.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
Com o CDI trazendo rentabilidade sem estresse, volatilidade, previsibilidade, entre outros, o “jogo da pecuária” precisa remunerar, e bem, os riscos que nossos heróis pecuaristas incorrem no dia a dia.
A oferta de bovinos está boa e o consumo de carne bovina estável. Com isso, os frigoríficos estão com escalas de abate mais alongadas e reduziram o ritmo das compras. No mercado externo, embora a exportação apresente bom desempenho, a queda do dólar reduziu a margem dos exportadores, o que pesa contra a cotação da arroba.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ para todas as categorias.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias estão fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
O mercado segue bem ofertado, mas a semana começou sem grandes movimentações. Parte das indústrias frigoríficas se manteve fora das compras, enquanto aquelas que abriram negociações trabalharam com as referências da semana anterior, aguardando melhores posicionamentos para possíveis ajustes nos preços.
A relação de troca está favorável para o recriador e invernista em todas as categorias.
Em São Paulo, a escassez de pasto fez os compradores recuarem, e os vendedores precisaram ceder para viabilizar os negócios.
Apesar das vendas não corresponderem às expectativas, todos os setores reajustaram os preços para cima.
Consumo interno fraco impede reação esperada no início do mês, pressionando o atacado e mantendo estabilidade nas granjas.
Mercado firme e aumento nas exportações elevam as cotações do frango nas granjas e no atacado em São Paulo.
Em São Paulo, a demanda firme e entrada de salários impulsionaram os preços nas granjas e no atacado.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Ao longo da segunda semana de setembro, as cotações do boi gordo, da novilha e do “boi China” registraram quedas, fundamentadas por uma oferta de bovinos confortável, que atendeu à demanda com tranquilidade, permitindo que parte dos compradores alongasse suas escalas.
O mercado pode cair mais, subir pouco ou muito, e ainda pode ficar lateral! A pergunta é: sua margem projetada está ok ou ficará no sobe e desce, como sanfona em festa junina?
A oferta de bovinos para abate está confortável e parte dos compradores relataram escalas mais alongadas nesta quinta-feira. Cenário que desacelerou as negociações, com compradores aguardando maior clareza quanto ao desempenho do consumo de carne bovina ao longo da semana.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continua bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
Com as altas registradas no final de agosto e início de setembro, a ponta vendedora ganhou espaço e aumentou a oferta, com isso, os frigoríficos alongaram suas escalas e se posicionaram de forma confortável. Somando a isso, o escoamento de carne melhorou, mas não sendo suficiente para sustentar o mercado.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
Canal do Boi
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