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Com abate elevado sustentando a produção, o mercado interno ganha volume enquanto o embarque perde ritmo, sobretudo pela menor compra chinesa.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
A queda do faturamento com a exportação, apesar do maior volume de vendas é explicada pela menor participação do couro com maior valor agregado.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
O aumento da quantidade exportada não impediu a queda no faturamento, que esteve pressionado pelo excesso de oferta, cenário pode mudar em 2026 com a expectativa de redução do abate.
No terceiro trimestre, foram curtidas 10,2 milhões de unidades, um crescimento de 19,8% frente ao mesmo trimestre de 2024.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Aumento da oferta de sebo bovino e a concorrência com o óleo de soja exercem pressão baixista sobre os preços. Para o couro bovino, houve aumento da oferta e retração das exportações.
Alta na oferta de couro e sebo bovino, demandas distintas entre os mercados.
Biodiesel sustenta a demanda e os preços do sebo, enquanto o couro enfrenta excesso de oferta e preços estáveis com tendência de baixa.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
No primeiro semestre, foram produzidas 16,9 milhões de unidades, e para o segundo semestre a estimativa é de um aumento nesse volume.
Mercado do sebo estável, mas com ofertas de compra abaixo da referência devido à retração das exportações. Para o couro, volume exportado vai bem, mas faturamento, nem tanto.
O Brasil produziu 16,9 milhões de unidade de couro bovino no primeiro semestre de 2025, aumento de 5,8% em relação mesmo período do ano anterior.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
A estabilidade de preços do sebo bovino no curto prazo é sustentada pela oferta contida, pelo aumento nas exportações e pela maior demanda do mercado interno.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
A estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por queda na produção de sebo e oferta contida de couro.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
O biodiesel e as exportações sustentam os preços do sebo, enquanto o couro sofre pressão baixista por oferta elevada e arroba fraca.
Exportações de sebo aquecidas e com maior faturamento. Couro mantém preços estáveis sob pressão de oferta e exportações com faturamento menor.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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