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Na comparação semanal, os preços subiram 3,9%. A demanda aquecida, associada à oferta limitada na maior parte dos estados, explicam a firmeza do mercado.
Oferta restrita dita rumo do mercado
A maior demanda por categorias mais jovens no estado e a oferta restrita têm dado força às cotações dos bovinos de reposição.
A demanda aquecida resultou em alta de 1,6% na última semana, entre machos e fêmeas anelorados, considerando média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria.
As altas foram puxadas pelas categorias jovens, com destaque para o bezerro de desmama, que valorizou 3,3% nos últimos sete dias, considerando a média de todas as regiões.
A oferta de bovinos para abate tem aumentando com as chuvas mais escassas, dias mais curtos e queda na temperatura na maior parte do território nacional. Consequentemente, os recriadores e invernistas
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na média de todos os estados monitorados, entre machos e fêmeas anelorados e mestiços, a alta foi de 0,8% nos últimos sete dias.
Para o curto prazo, é esperada a manutenção do cenário de demanda aquecida e cotações firmes.
Pastos com menor capacidade de suporte.
Baixa demanda no mercado do sebo.
Sem perspectivas de melhora no mercado do boi gordo, a reposição continua tendo dificuldade em ganhar ritmo.
Como devemos ter um ano de retenção de fêmeas, há um maior investimento dos pecuaristas na cria, para a produção de bezerros, o que vai ao encontro da maior valorização para essas categorias.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, no Brasil Central, o couro verde está cotado em média R$0,50/kg, considerando o produto de primeira linha. Na comparação com o fechamento da semana anterior,
O menor ímpeto da demanda, somado à queda na qualidade dos pastos, gera retração, mesmo que de forma compassada, nas cotações.
Apesar da alta nos preços dos fertilizantes e suplementos minerais, pelo dólar valorizado, o recuo nas cotações dos alimentos concentrados, principalmente o milho, e dos combustíveis contiveram o ritm
O leite longa vida (UHT) e o queijo muçarela tiveram queda de 2,7% e 3,2%, respectivamente, na segunda quinzena de abril.
Com a desova de final de safra, recriadores e invernistas aumentaram a procura por reposição para fazer a troca.
Com as pastagens perdendo “força”, há maior concentração de vendas do boi gordo, o que caracteriza a desova de final de safra, consequentemente, os pecuaristas saem às compras para repor o rebanho.
Os custos perderam força em abril. Apesar da alta nos preços dos fertilizantes e suplementos minerais, pelo dólar valorizado, o recuo nas cotações dos alimentos concentrados, com foco no milho, e dos
Vale a ressalva que a lentidão de negócios em função do cenário pressionado e incerto no boi gordo é a tônica geral do mercado de reposição neste momento.
Receosos quanto ao cenário do boi gordo, recriadores/invernistas não estão negociando animais para reposição e as referências seguem praticamente sem alterações.
Nas granjas de São Paulo, a ave terminada teve queda de R$0,10 por quilo, ou 3,3%, nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$2,90 por quilo.
Os preços vigentes são os menores registrados este ano, tanto na granja como no atacado. A redução nas cotações desde o início do ano foi de 27,5% e 33,7% na granja e no atacado, respectivamente.
Com as pastagens ainda verdes e com a possibilidade de ainda poderem reter a boiada no pasto, os recriadores optam em aguardar um cenário mais claro para então voltar aos negócios.
Após a euforia causada pelo início do período de isolamento social como medida necessária para contenção da propagação do Covid-19, no qual a população foi mais ativamente as compras a fim de “estocar
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
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