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Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuiu para o cenário.
A melhora na oferta e o alongamento das escalas pressionaram as cotações.
As posições em aberto para os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram forte queda na primeira semana de maio.
Com oferta maior e escalas de abate mais alongadas, as cotações da vaca e da novilha caíram em São Paulo, enquanto boi gordo e “boi China” permaneceram estáveis.
Após as quedas das cotações ontem (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia.
Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ da vaca e de R$3,00/@ do “boi China”. A cotação do boi gordo e a da novilha não mudou em relação a ontem. Frigoríficos com escalas de abate com mais dias reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações.
Escalas de abate mais alongadas reduziram a necessidade de compras imediatas e pressionaram a cotação da vaca e do “boi China” em São Paulo.
Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estão sem força. Parte da indústria frigorífica não está ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estão nada mudaram em relação a ontem. O boi gordo está cotado em R$355,00/@, a vaca em R$330,00/@ e a novilha em R$340,00/@.
Escalas alongadas e consumo lento enfraquecem as negociações, com mercado dependente da retomada das vendas de carne.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
Com o aumento da oferta, as escalas melhoraram. Com isso, as cotações do boi gordo e da novilha caíram. A cotação das demais categorias não mudou.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo encerra abril mais estável, apesar da volatilidade nos preços dos contratos.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Oferta segue aumentando, embora sem excessos e o cenário continua mais cômodo para a ponta compradora.
Oferta maior e escalas mais confortáveis mantiveram o mercado pressionado, com recuos nas cotações e maior poder de negociação dos compradores.
Variação em porcentagem da cotação média do “boi China”, entre janeiro e abril*.
Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores.
Ampla oferta mundial e nacional, além da pressão sazonal por conta do período de colheita, contribuíram para o cenário.
“Mercado paulista abriu com queda nas cotações do boi gordo e da vaca, pressionado por compradores com escalas mais confortáveis e ofertas de compra menores”.
Em abril, a cotação do arroz subiu e já é a maior de 2026, porém ainda abaixo da cotação do mesmo período de 2025.
Com 35% da produção destinada à exportação, mercado brasileiro da carne bovina é impulsionado por maior consumo interno, abertura de novos mercados e queda na oferta global, consolidando tendência de preços firmes até 2026.
A semana iniciou com menor ritmo de negociação.
O mercado do boi gordo registrou ajuste após semanas de alta. Em São Paulo, a arroba recuou R$2,00 para o boi comum e para o “boi China”.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltou a cair, com destaque para a queda nos contratos mais próximos do vencimento, de abril e maio.
Após a queda na cotação dos machos no dia anterior (23/4), o mercado operou ontem à tarde e durante a manhã de hoje com as referências das fêmeas em queda de R$3,00/@. Assim como para o boi, as ofertas de fêmeas aumentaram.
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes.
Entrevista com a executiva de negócios, Larissa Wachholz
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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