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O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltou a cair, com destaque para a queda nos contratos mais próximos do vencimento, de abril e maio.
Após a queda na cotação dos machos no dia anterior (23/4), o mercado operou ontem à tarde e durante a manhã de hoje com as referências das fêmeas em queda de R$3,00/@. Assim como para o boi, as ofertas de fêmeas aumentaram.
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes.
Aumento pontual na oferta e escalas mais confortáveis pressionaram a arroba
Com risco elevado e impacto direto no bolso, a raiva bovina reforça a importância da prevenção.
Queda nos preços internos persiste diante da demanda fraca, apesar do bom desempenho no mercado externo.
Mesmo com tentativas de compra a preços menores após o feriado de Tiradentes, a oferta restrita no mercado spot sustentou a cotação da arroba do boi gordo.
A cotação não mudou em nenhuma categoria na comparação com o dia 20 de abril. Parte dos frigoríficos sinaliza aumento pontual da oferta e já consegue alongar as escalas em razão do menor número de dias de abate na semana, por causa do feriado de Tiradentes.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
Com parte dos frigoríficos fora das compras e com parte emendando ou antecipando o feriado de 21 de abril, a semana começou sem mudanças nos preços.
A oferta mais equilibrada tirou parte da pressão de compra em São Paulo, mas não foi suficiente para alterar os preços de referência.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
Alguns compradores saíram das compras.
Países do Oriente Médio estão entre os maiores produtores globais de gás natural, e o conflito na região pode gerar impactos no mercado.
Encontro de Confinamento e Recriadores de 2026 reuniu cerca de 1300 profissionais do setor em quatro dias de evento que levou insights do campo ao palco do maior espetáculo da Terra!
Mercado mantém firmeza após altas, com negociações mais cadenciadas e escalas de abate ao redor de oito dias.
Segue até sexta-feira em Ribeirão Preto/SP, o Encontro de Confinamento da Scot Consultoria. O João Pedro Cuthi Dias está acompanhando o evento e conversou com o presidente da Abiec, Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Roberto Perosa.
Altas são sustentadas por exportações aquecidas, melhora do consumo interno e oferta ajustada, mesmo com frigoríficos atuando com maior cautela.
Durante o Encontro de Confinamento da Scot Consultoria em Ribeirão Preto/SP, João Pedro Cuthi Dias conversou com Alcides torres, CEO da Scot Consultoria.
Produção de amendoim tem aumento na safra 2025/26, impulsionada por maior produtividade e área, com destaque para o crescimento no Centro-Oeste, enquanto cai a oferta mundial.
Apesar da pouca oferta, após a alta na cotação de todas as categorias na semana passada, o mercado abriu a semana sem alteração.
Palestras da tarde do terceiro dia do evento da Scot mostram que eficiência econômica, liderança e visão estratégica são determinantes para sustentar resultados na pecuária intensiva.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
A menor oferta dificulta a formação das escalas pelos frigoríficos, que passam a oferecer mais pela arroba.
Oferta reduzida e procura aquecida sustenta o mercado.
Alta do enxofre reflete restrições na produção, incertezas no comércio internacional e demanda firme.
Entrevista com o, Maurício Tonhá
Canal AgroRevenda
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