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Quais os possíveis impactos da mudança na legislação europeia para o setor agropecuário brasileiro?
A média diária exportada de carne bovina in natura nas duas primeiras semanas de janeiro foi de 9,5 mil toneladas, isso representa um incremento de 14,9% em relação a média diária embarcada em janeiro do ano passado. Para a carne suína in natura, o volume está 21,2% maior, e para a carne de frango o aumento é de 37,6%.
Após alta nos preços do boi gordo ontem, o mercado trabalhou estável nesta quarta-feira. Os compradores relataram baixa no volume de vendas de carne, o que os desincentivou a apresentarem ofertas mais firmes.
O desempenho da exportação brasileira das principais proteínas de origem animal, aves, bovinos e suínos, cresceu, o que levou a um recorde em 2024
Com oferta limitada, o mercado abriu a terça-feira oferecendo mais pela arroba do boi e da novilha gordos.
A semana começou sem mudança de preços em relação à sexta-feira. Muitas indústrias ainda não abriram compra nesta manhã.
Com o objetivo de trazer mais eficiência, sustentabilidade e produtividade para a pecuária brasileira, é realizado o evento, em sua primeira edição presencial.
A segunda semana de janeiro terminou com poucos negócios e com poucas mudanças de preços. Nesta sexta-feira, a cotação da novilha subiu R$3,00/@.
Com crescimento de 26,9%, a exportação brasileira de carne bovina in natura atingiu 2,5 milhões de toneladas - recorde para um único ano. Para 2025, a expectativa é de demanda aquecida e crescimento na exportação brasileira de carne bovina in natura.
Após a alta de ontem, as cotações nas praças pecuárias paulistas não mudaram nesta quinta-feira. Vendedores retornaram aos negócios após o fim de ano, ajustando a curva de oferta de bovinos. Entretanto, compradores ainda reportaram volume baixo de ofertas.
Competitividade da proteína avícola e suinícola deve ser maior em função da menor produção da carne bovina e expectativa de demanda aquecida desta proteína.
Estratégias de antecipação da puberdade e IATF para aumentar a produtividade, a eficiência reprodutiva e o ganho genético em novilhas de corte.
Após quatro dias de estabilidade nas praças paulistas, o mercado abriu a quarta-feira oferecendo mais pela arroba do boi gordo, impulsionada pela pouca oferta e escalas curtas, que estão, em média, para cinco dias. Dessa maneira, a cotação da vaca gorda subiu R$5,00/@, enquanto a das demais categorias subiu R$2,00/@.
O Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria retorna em 2025 com uma programação repleta de informações essenciais para o setor pecuário. O evento ocorrerá de 8 a 11 de abril, com os três primeiros dias em Ribeirão Preto–SP e o tradicional dia de campo em Barretos–SP.
Com o reajuste do salário mínimo para R$1.518,00, participação do kg de carne bovina atinge 2,8%. Nos Estados Unidos, participação é de 0,7%.
O mercado abriu com poucos negócios nesta terça-feira, ainda impactado pelos feriados de final de ano. São poucos os agentes em atividade e a expectativa é de que continue assim ao longo do dia.
A semana começou sem mudança de preços. Algumas indústrias estão fora de compras, avaliando os preços para o período. Por outro lado, as que iniciaram suas compras, relataram que a oferta está reduzida, com a ponta vendedora se ajustando após as festividades de fim de ano.
Na sexta-feira, o cenário para o mercado do boi gordo foi de ajustes. Após a virada do ano, os agentes do mercado estão retornando aos poucos às atividades, que abriu o dia com alta de R$5,00/@ na cotação do “boi China” e estabilidade para as demais categorias.
A China anunciou, na semana passada, que abriu investigação sobre a importação de carne bovina no período entre 2019 e o primeiro trimestre de 2024, de todos os países que exportam, incluindo o Brasil.
No primeiro dia útil do ano o mercado ficou estável, com boa parte da ponta compradora fora dos negócios. A característica das ofertas em vigor foi a maior presença de fêmeas.
A China é o principal destino das exportações brasileiras de carne bovina, consolidando-se nos últimos anos como o maior parceiro comercial do Brasil em proteínas animais
Receita ao produtor em alta, custos estáveis e exportação em bom ritmo marcaram o mercado de carne de frango em 2024. Para 2025, o preço do milho será ponto de atenção.
A semana começou com alta nas cotações. Como esperado, neste final de ano o volume de negócios caiu. Com pecuaristas fora do mercado, as ofertas diminuíram e a tendência é que esse cenário permaneça pelo menos até o dia 2 de janeiro de 2025. Dessa forma, a cotação do boi comum, da novilha e do “boi China” subiu R$3,00/@.
A expectativa é de que a oferta de boiadas seja menor em relação ao ano anterior - o que colabora com a perspectiva de alta às cotações. Há, porém, pontos de atenção. No cenário de demanda externa, a expectativa é de aumento no volume da exportação brasileira, mas, a possibilidade de aumento da tarifa de importação para a carne bovina pela China aos seus fornecedores em 2025, noticiada ao fim de dezembro, preocupa. Além disso, após um bom ano para o mercado interno, há dúvidas quanto ao seu desempenho para 2025, em meio a um cenário fiscal desafiador, desvalorização do real e inflação maior.
Após alta no dia anterior, a sexta-feira foi de estabilidade às cotações. Nessa reta final de ano, muitas indústrias estão fora do mercado, comprando apenas o necessário para completar as escalas.
Após um período de estabilidade, a cotação da arroba do boi abriu a quinta-feira pós Natal com alta de R$5,00/@. Para a vaca e a novilha, o preço ficou estável.
Após recorde de exportação em 2024, três meses antes do término do ano, quais são as expectativas para a exportação de carne bovina em 2025?
A exportação atingiu a marca de 883,5 mil cabeças embarcadas, totalizando, até novembro, um faturamento de US$736,79 milhões.
Entrevista com o presidente executivo da Rede ILPF,Francisco Matturro
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Confinamento com 10 milhões de cabeças em 2026
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