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Em São Paulo, para boiadas que atendem os requisitos do mercado chinês, o macho de até trinta meses e novilhas, os preços giram em torno de R$210,00/@ e R$200,00/@, respectivamente, bruto à vista.
Na comparação semanal, os preços subiram 3,9%. A demanda aquecida, associada à oferta limitada na maior parte dos estados, explicam a firmeza do mercado.
Na praça paulista, a arroba do boi gordo subiu 1,5% na comparação feita dia a dia, o que significa alta de R$3,00/@.
As projeções têm sido revisadas para quase todos os mercado e acreditamos que pecuária não ficará fora dessa.
Oferta restrita dita rumo do mercado
As escalas de abate estão curtas e sem aumento, mesmo com as valorizações que vêm ocorrendo. A baixa oferta de boiadas predomina.
Para os animais de até quatro dentes, cujo destino é o mercado chinês, há ofertas de compra de até R$10,00/@ acima da referência.
O volume médio diário embarcado foi de 5,47 mil toneladas, uma retração de 9,1% comparado a média de junho de 2019.
Na praça paulista, a dificuldade em adquirir a matéria-prima resultou em pressão positiva sobre o preço da arroba do boi gordo.
No dia 9 de junho de 2020, às 19h, Alcides Torres, Hyberville Neto e Rafael Ribeiro, farão uma transmissão ao vivo no Youtube da Scot Consultoria.
A demanda aquecida resultou em alta de 1,6% na última semana, entre machos e fêmeas anelorados, considerando média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria.
A oferta menor de boiadas para abate, associado a um dia a menos de compra em função do feriado na próxima quinta-feira (11/06), além de uma expectativa de melhoria na demanda de carne bovina no merca
Apesar do menor volume de negócios, típico de segundas-feiras, o mercado do boi gordo está firme e valorizações não estão descartadas.
Na praça paulista, após uma semana de forte valorização da arroba do boi gordo, o tom foi de estabilidade nessa sexta-feira (5/6), mas, com um viés de alta para a semana seguinte.
A alta na comparação feita dia a dia foi de R$5,00/@. A oferta escassa de animais terminados, o forte ritmo das exportações e as escalas de abate enxutas explicam esse cenário.
A escalada de preços já começou em praticamente todos os estados do Brasil, porém, sem conseguir trazer mais oferta para o mercado nos preços novos.
A dificuldade em manter as programações de abate (entressafra) fez com que os frigoríficos paulistas ofertassem preços maiores.
Em janeiro, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 2,47 bezerros de ano e, atualmente, compram-se 2,18.
As altas foram puxadas pelas categorias jovens, com destaque para o bezerro de desmama, que valorizou 3,3% nos últimos sete dias, considerando a média de todas as regiões.
Aparentemente a transição safra – entressafra ficou para trás e estamos na entressafra. A oferta restrita de boiadas terminadas tem travado o andamento das escalas e contribuído para o aumento nos pre
Para os animais com destino ao mercado chinês o mercado está firme. Os negócios com machos com menos de quatro dentes giram em torno de R$200,00 a R$205,00 por arroba.
A média diária ficou em 7,76 mil toneladas, frente às 5,65 mil toneladas em igual período de 2019, incremento de 37,2%.
Na praça paulista, a cotação do ‘’boi comum’’ está estável na comparação feita dia a dia.
Os preços da arroba do boi gordo estão firmes, sustentados pelo mercado externo aquecido associado a redução na oferta de animais para abates.
A virada de mês normalmente estimula o consumo de carne bovina.
As recentes variações positivas na cotação do boi gordo refletem um cenário de pouca disponibilidade de boiadas prontas para o abate, apesar dos ajustes na taxa de lotação em função da menor capacidad
Alcides torres, sócio-diretor da Scot Consultoria, avalia o fechamento de frigoríficos e seus efeitos nacionais na live Mercado sem rodeios: boi, leite e insumos em tempos de covid-19.
Preço da categoria subiu 5,6% desde o início do ano.
A oferta de bovinos para abate tem aumentando com as chuvas mais escassas, dias mais curtos e queda na temperatura na maior parte do território nacional. Consequentemente, os recriadores e invernistas
Na praça paulista, o preço está estável na comparação dia a dia, em R$194,00/@, à vista e livre de Funrural, R$193,50/@ com desconto do Senar e R$191,00/@ bruto, para o “boi comum”, cuja carne é desti
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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