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Enquanto na Bolsa de Chicago e na B3 a cotação caiu na primeira semana de agosto, a saca do milho subiu 13,2% em Mato Grosso em julho.
Além dos fundamentos, que permanecem os mesmos, preocupações quanto à janela da safrinha ajudaram as cotações.
As projeções de demanda aquecida, apontadas pela Conab e USDA no cenário interno e global, parecem ter influenciado o direcionamento do mercado.
Produção de arroz nacional deverá aumentar 11,4% na safra 2024/25.
Safra menor e demanda aquecida limitaram viés de baixa às cotações – que trabalharam, em 2024, praticamente acomodadas. Para 2025, os preços devem seguir firmes.
O clima tem levantado incertezas à janela de semeadura da segunda safra com o atraso da semeadura da safra de verão em Mato Grosso e no MATOPIBA.
Retração do vendedor e um balanço de oferta e demanda apertado vem dando sustentação aos preços do milho no Brasil.
No acumulado de 2024, até março, foram entregues 8,6 milhões de toneladas de fertilizantes, volume 1,4% maior que o registrado em igual período de 2023.
No Brasil, a colheita da segunda safra começou com algumas incertezas. Na Argentina, o ataque de pragas e o clima impactaram na produtividade local e na expectativa de produção.
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